Distopias literárias: os livros que previram (e alertaram sobre) o futuro
De 1984 a Jogos Vorazes, a ficção distópica é o gênero que mais acerta sobre o futuro. Uma análise de como esses livros moldaram o debate político e social.
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Impõe-se um abalo sísmico no interior do cidadão, a abertura de uma clareira no seu olhar, para que seja visualizado o que está oculto; urge um dilúvio no contexto cultural. O poeta Fernando Pessoa proclama “com uma tal falta de gente coexistível, como há hoje, que pode um homem de sensibilidade fazer se não inventar os seus amigos, ou, quando menos, os seus companheiros de espírito?" – IONE MARISA MENEGOLLA
Ione Marisa Menegolla é graduada em Letras; com Pós-Graduação Lato Sensu no Curso de Especialização em Literatura Comparada, com a monografia A metamorfose em Fernando Pessoa; Especialização em Literatura Portuguesa, com a monografia José Régio, a Busca de Si Mesmo; Mestra em Letras com a dissertação A Desmitificação em Eça de Queiroz; na Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul – PUCRS. É Doutora em Ciência da Literatura – área de concentração Teoria Literária, com tese A Linguagem do Silêncio; na Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ. É Pós-Doutorada, com dissertação Ler, uma Atitude Inteligente – parceria cultural luso-brasileira; na Faculdade de Letras, curso de Pós-Doutorado da Universidade Clássica de Lisboa. Desde os primeiros estudos tem sido contemplada com bolsas de estudo, no Brasil e na Europa, o que muito a orgulha. É professora universitária, pesquisadora, ensaísta, escritora, mentora, organizadora e coordenadora de projetos e atividades sobre intercâmbios culturais entre professores, especialistas e estudantes de expressão portuguesa. Tendo sido distinguida com prêmios culturais e medalhas de ouro e de prata, pelo Governo de Portugal, pela sua atuação nessa área. Publicou vários trabalhos em revistas, livros, jornais... É autora de diversas obras ensaístas, entre os quais, por último: A Linguagem do Silêncio; Desmitificação como expressão literacia em Eça de Queiroz, subtítulo: O mito rouba a linguagem, a desmitificação rouba o ladrão; Aprendizagem Plural Como o Universo. Publicação em obras coletivas, entre as quais, por último: Desafios da Educação para os Novos Tempos, com o texto: “Uma revolução intelectual, um renascimento espiritual e moral são propósitos pedagógicos que precedem a cidadania”; Entre Molduras, Da Metamorfose nas Artes, nas Letras, nas Ciências, com o texto: “A Metamorfose do Desassossego”. Atualmente estão na Editora as obras: A Educação Recria o Mundo; Ler, uma Atitude Inteligente, subtítulo: Ler para Cultivar o Pensar, que serão editadas e divulgadas.
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