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Protegi teu nome por amor é a fotobiografia de Cazuza, organizada por Lucinha Araujo e Ramon Nunes Mello. Com prefácio assinado por Gilberto Gil e texto de quarta capa por Pedro Bial, a publicação está organizada em sequência cronológica composta por mais 700 imagens, muitas delas inéditas, entre fotos do Acervo Lucinha Araujo, ensaios de fotógrafos profissionais e reprodução da memorabilia de Cazuza. O “Caderno de Imagens 1950-1990” ilustra a trajetória de Cazuza: o início do relacionamento de Lucinha e João Araujo; a infância cercada de afeto familiar em Vassouras e no Rio de Janeiro; a busca da poesia ainda na pré-adolescência por incentivo da avó materna; os estudos de fotografia e artes visuais nos Estados Unidos; a paixão pelo teatro com a trupe de Perfeito Fortuna no Parque Lage e no Circo Voador; o sucesso com o Barão Vermelho e em sua carreira solo; e a luta contra a aids. O livro ainda reúne depoimentos dos principais amigos e parceiros de Cazuza; além de textos escritos por João Araujo, Fernando Gabeira, Caio Fernando Abreu e Zuenir Ventura; "Cronologia do hiv/aids”; e um "Caderno de imagens de 1990 a 2024" – com os principais acontecimentos a partir da criação da Sociedade Viva Cazuza pela força e amor de Lucinha Araujo.
Maria Lúcia da Silva Araujo (Vassouras/RJ, 1936), mais conhecida como Lucinha Araujo, fundou com o marido, o produtor musical João Araujo, a Sociedade Viva Cazuza, criada após o falecimento do filho, vítima da aids. Em 1997, lançou a biografia Cazuza: Só as mães são felizes (Editora Globo), em parceria com Regina Echeverria. Em 2001, publicou o livro Preciso dizer que te amo: Todas as letras do poeta (Editora Globo), novamente com Regina Echeverria, em colaboração com o jornalista Mauro Ferreira. Em 2011, lançou O tempo não para: Viva Cazuza (Editora Globo), depoimento a Christina Moreira da Costa, reunião das histórias de crianças atendidas pela Sociedade Viva Cazuza. Lucinha também foi cantora e lançou o single “Como se fosse” (1978) e os álbuns Do mesmo verão (1980) e Tal qual eu sou (1982).
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