Como ler clássicos da literatura sem sofrer
Clássicos intimidam. Linguagem difícil, contexto histórico distante, narrativa lenta. Mas há estratégias que tornam essa leitura não só suportável, mas prazerosa. Guia prático para iniciantes.
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Está disposto a repensar a igreja como a conhece hoje? Em sua obra mais recente, Francis Chan, autor de Louco amor , desafia o leitor a avaliar a organização atual e a relevância (ou irrelevância) da igreja para o mundo em que vivemos. E, mais importante, quão próxima ou distante ela está do que as Escrituras apontam como o seu propósito, que é sinalizar o reino de Deus. Francis Chan conta sua experiência como plantador de igrejas e o que aprendeu com os erros e com os acertos, numa avaliação honesta e não menos crítica dos descaminhos trilhados por comunidades cristãs ao redor do planeta. Engana-se, no entanto, quem espera um mero desabafo. Francis Chan apresenta instruções valiosas para igrejas que não só querem compreender seu papel bíblico mas também anseiam por inspirar vitalidade, compromisso e significado. Cartas à igreja é, portanto, um chamado para fazer diferença. Por décadas, líderes eclesiásticos como eu perdemos de vista o poderoso mistério inerente à igreja e, então, corremos em busca de outros métodos na tentativa de atrair a atenção das pessoas. Sendo bem sincero, incitamos você a se viciar nessas coisas menores. Banalizamos o sagrado, e devemos nos arrepender disso. Francis Chan
Francis Chan é autor de diversas obras, como Louco amor, O Deus esquecido, Apagando o inferno, Você e eu para sempre e Multiplique, publicadas pela Mundo Cristão. Fundador da Cornerstone Community Church, na Califórnia, Chan dedica-se hoje a um movimento de plantação de igrejas. Sua paixão em comunicar o amor de Deus tem alcançado especialmente os jovens. É casado com Lisa e pai de sete filhos.
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