Distopias literárias: os livros que previram (e alertaram sobre) o futuro
De 1984 a Jogos Vorazes, a ficção distópica é o gênero que mais acerta sobre o futuro. Uma análise de como esses livros moldaram o debate político e social.
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Se a unidade do Corpo de Cristo é tão essencial para Deus, por que somos o grupo religioso mais dividido do planeta? Até que sejamos um é a tentativa bem-sucedida de Francis Chan de explicar essa danosa contradição, além de revelar como essa trajetória nefasta pode e deve ser revertida. O autor de Louco amor aponta como o povo de Deus tem falhado ao criar divisões pela ausência de uma postura cristocêntrica em relação ao próximo, em especial aos da família da fé. Mostra ainda o enfraquecimento da igreja ao ter de lidar com as próprias incoerências em detrimento de manter o foco na adoração a Deus. Francis Chan pede que cristãos e igrejas em todo o mundo alinhem seu coração com Deus e levem a sério os numerosos mandamentos pela unidade. Seu alerta não está relacionado com questões doutrinárias, mas com a triste consequência de um cristianismo raso e com o amor superficial pelo próximo. A boa notícia é que tanto o diagnóstico como a solução para esse grave problema podem ser encontrados nas Escrituras, daí o convite para crermos na Palavra e praticá-la. Atualmente o mundo nos odeia não porque nos parecemos com Jesus, mas porque não nos parecemos. Somos arrogantes e há uma grave lacuna entre nossas crenças e ações. Francis Chan
Francis Chan é autor de diversas obras, como Louco amor, O Deus esquecido, Apagando o inferno, Você e eu para sempre, Multiplique e Cartas à igreja, publicadas pela Mundo Cristão. Fundador da Igreja Cornerstone, na Califórnia, Chan dedica-se hoje a um movimento de plantação de igrejas. É casado com Lisa e pai de sete filhos.
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