Pular para o conteúdo
História e Geografia

Brizola - Vozes da Legalidade

PolíTica e ImagináRio na Era do RáDio

9ª Edição - 2019231 páginasSulinapt
Seja o primeiro a avaliar
Sua leitura no Lireo

Guarde este livro na sua estante

Crie uma conta gratuita e continue exatamente desta página.

Registre seu progresso de leitura
Descubra outros leitores do mesmo livro
Participe de clubes de leitura
Organize toda sua biblioteca

Sinopse

O Rio Grande do Sul teve um papel determinante na história do Brasil do século XX. É inegável. A revolução de 1930, comandada por Getúlio Vargas, levou os gaúchos a amarrarem seus cavalos no obelisco da avenida Rio Branco, no Rio de Janeiro. Por 24 anos, Getúlio, dentro ou fora do poder, influenciou os destinos dos brasileiros. Morto, deixou seus herdeiros, entre os quais, João Goulart, que se tornou duas vezes vice-presidente do país. Em 1961, Jânio Quadros renunciou intempestivamente. No final de agosto de 1961, há 50 anos, começou em Porto Alegre uma primavera da liberdade. O governador do Rio Grande do Sul, Leonel Brizola, comandou a resistência ao golpe contra Jango. Requisitou a Rádio Guaíba, formou a Rede da Legalidade, distribuiu armas, mobilizou a população e, com discursos inflamados, garantiu a volta de Jango da China. Este livro é uma história de muitas vozes, vozes da Legalidade e da ilegalidade, a voz de Brizola, em tom maior, a voz de Jango, buscando uma solução pacífica, a voz de Carlos Lacerda, governador da Guanabara, o Corvo, o eterno golpista, incendiando o ânimo dos militares contra João Goulart, a voz do general Machado Lopes, comandante do III Exército, sediado em Porto Alegre, a voz do ministro da Guerra, Odylio Denys. Mas também a voz do renunciante, o esquisito Jânio Quadros, as vozes dos remanescentes, jornalistas, radialistas e políticos, todos muito jovens na época, que lembram a grande aventura com a justa nostalgia e o devido orgulho, a voz das ruas, a voz do Rio Grande, a voz do rádio, especialmente da Rádio Guaíba, que se tornou a cabeça de uma rede inusitada e vitoriosa. O livro é uma história de nomes de homens, de coadjuvantes e protagonistas, quatro civis e dois militares, uma história de vozes tonitruantes, vozes da era do rádio.

Sobre Juremir

Nascido em Santana do Livramento (RS), em 1962, é poeta, jornalista, radialista, romancista, tradutor, pesquisador do CNPq e professor do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul – PPGCOM/PUCRS. Já publicou mais de 40 livros, entre os quais, pela Sulina, Ser feliz é tudo que se quer (ideias sobre o bem viver): filosofia para ler no parque, no ônibus, na cama, na rede; 1964 – Golpe midiático-civil-militar; O que pesquisar quer dizer: como fazer textos acadêmicos sem medo da ABNT e da Capes. É colunista diário do jornal Correio do Povo e coordenador editorial do Caderno de Sábado. A Miséria do Cotidiano, 1991, Artes & Ofícios Muito Além da Liberdade, 1991, Artes & Ofícios A Noites dos Cabarés, 1991, Mercado Aberto A Prisioneira do Castelinho do Alto da Bronze, 1993, Artes & Ofícios O Pensamento do Fim do Século, 1993, L&PM Visões de uma Certa Europa, 1998, Edipucrs Brésil, Pays du Présent, 1999; Desclée de Brouwer A Miséria do Jornalismo Brasileiro, 2000, Vozes

Detalhes do livro

Título
Brizola - Vozes da Legalidade
Autor
Juremir Machado da Silva
Editora
Sulina
Ano
2026
Páginas
231 páginas
Idioma
PT
ISBN-13
9788520506073
Edição
9ª Edição - 2019
Formato
Brochura

Mais de Juremir

Outros livros de Juremir Machado da Silva

História e Geografia

Livros na mesma categoria

Blog Lireo

Dicas e recomendações para leitores

Soluções institucionais

Para escolas, universidades, autores e editoras