Poesia para quem nunca entendeu poesia: um guia sem pretensão
A maioria das pessoas acha que não entende poesia. Mas poesia não precisa ser entendida como uma equação, precisa ser sentida. Um guia honesto para quem quer dar uma chance ao gênero.
O Que é o ImagináRio? [a HipóTese do Excedente de Significação]
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O que é o imaginário? A resposta mais simples, a primeira que vem à cabeça de qualquer um, não resolve a questão: aquilo que imaginamos, o produto irreal da nossa imaginação. A palavra imaginário disseminou-se como um vírus poético nas últimas décadas. Aparece por toda parte, em discursos políticos, em análises eruditas, em narrações de futebol, na publicidade, na literatura, no cinema, na internet, em conversas de bar, em discussões apaixonadas de casais em crise na relação... O imaginário tomou, até certo ponto, o lugar de termos como ideologia, representação e subjetividade. Mas o que é mesmo o imaginário? É possível defini-lo, cercá-lo, conceituá-lo? Neste livro, produto de décadas de dedicação e pesquisa sobre o tema do imaginário, defende-se uma hipótese: o imaginário é um excesso de significação que dá sentido às experiências de cada indivíduo. Imaginário é aquilo que produz e é produto de diferenças e descobrimentos. Um processo de singularização. Para chegar a essa conclusão, são abordadas diversas relações: imaginário e surrealismo, imaginário e irrealidade, imaginário, simbólico e hiper-realidade, imaginário e história, imaginário e agendamento, imaginário e ideologia, imaginário e interpretação, imaginário e devaneio, imaginário e revelação, diferença e fantasia, imaginário e ilusão.Confira a fanpage da Editora Sulina
Nascido em Santana do Livramento (RS), em 1962, é poeta, jornalista, radialista, romancista, tradutor, pesquisador do CNPq e professor do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul – PPGCOM/PUCRS. Já publicou mais de 40 livros, entre os quais, pela Sulina, Ser feliz é tudo que se quer (ideias sobre o bem viver): filosofia para ler no parque, no ônibus, na cama, na rede; 1964 – Golpe midiático-civil-militar; O que pesquisar quer dizer: como fazer textos acadêmicos sem medo da ABNT e da Capes. É colunista diário do jornal Correio do Povo e coordenador editorial do Caderno de Sábado. A Miséria do Cotidiano, 1991, Artes & Ofícios Muito Além da Liberdade, 1991, Artes & Ofícios A Noites dos Cabarés, 1991, Mercado Aberto A Prisioneira do Castelinho do Alto da Bronze, 1993, Artes & Ofícios O Pensamento do Fim do Século, 1993, L&PM Visões de uma Certa Europa, 1998, Edipucrs Brésil, Pays du Présent, 1999; Desclée de Brouwer A Miséria do Jornalismo Brasileiro, 2000, Vozes
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