Distopias literárias: os livros que previram (e alertaram sobre) o futuro
De 1984 a Jogos Vorazes, a ficção distópica é o gênero que mais acerta sobre o futuro. Uma análise de como esses livros moldaram o debate político e social.
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Dificilmente se achará na literatura universal um livro mais sugestivo e emocionante que as Confissões de Santo Agostinho. Como todo o verdadeiro clássico, transcende as categorias do espaço e do tempo, arrebatando o leitor de qualquer época histórica com sua linguagem pessoal e viva, confidencial e sangrante. Mais do que nenhuma outra, esta obra eterna do Bispo de Hipona é a comprovação do que ele mesmo deixou escapar num de seus escritos: "Que é o meu coração senão um coração humano?" Retórico e gramático, poeta e orador, Santo Agostinho faz vasto uso de todos os recursos estilísticos em voga na sua época. A presente tradução procura simplificá-los, de maneira a melhor ressaltar para o leitor de hoje todo o dinamismo da narrativa, no itinerário desse coração que andou inquieto enquanto não descansou em Deus.
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