Como manter a concentração durante a leitura na era das distrações
O smartphone acabou com nossa capacidade de atenção, ou será que não? Técnicas comprovadas para ler com profundidade mesmo quando o cérebro insiste em pedir estímulo a cada minuto.
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Nascido em Iowa em 1887, Aldo Leopold iniciou sua carreira em 1909, quando ingressou no Serviço Florestal dos Estados Unidos. Suas propostas surgiram a partir de pesquisas com manejo de fauna, de seu trabalho como professor na Universidade de Wisconsin-Madison, da prática da conservação em seu próprio sítio e de uma profunda paixão pelas atividades ao ar livre, como a caça, a pesca, os passeios a pé ou a cavalo por trilhas em áreas selvagens e a observação da natureza, “um direito tão inalienável como a liberdade de expressão”. Aldo faleceu em 1948, combatendo um incêndio na propriedade de seu vizinho, logo após tornar-se conselheiro das Nações Unidas sobre conservação. Seu legado de preservação da vida selvagem é reafirmado em 1977, com a concessão da medalha John Burroughs de distinção no campo da história natural, homenagem recebida postumamente por seu trabalho e, em particular, por Almanaque de um condado arenoso. Publicado pela primeira vez em 1949 e traduzido em diversos países, este livro – que nos remete a duas grandes figuras do pensamento transcendentalista norte-americano do século XIX, Emerson e Thoreau – oferece ao leitor brasileiro uma visão delicada da frágil teia dos equilíbrios naturais e uma crítica ao antropocentrismo e às devastadoras intervenções humanas sobre os ecossistemas. Esta edição marca os 70 anos de uma das obras mais importantes nas áreas de ecologia e conservação, uma peça fundamental no desenvolvimento da ética ambiental moderna.
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