Distopias literárias: os livros que previram (e alertaram sobre) o futuro
De 1984 a Jogos Vorazes, a ficção distópica é o gênero que mais acerta sobre o futuro. Uma análise de como esses livros moldaram o debate político e social.
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Este livro traça um panorama do desenvolvimento da teoria do psicodrama no Brasil e nos aponta os rumos de seu provável desdobramento futuro e de suas tendências. Sergio Perazzo, ao discutir temas tão diversos – a paixão, a subjetividade, a proximidade entre tragédia e comédia, aspectos da teoria da técnica, tele e transferência –, delimita o terreno em que se articulam e se aproximam o intrapsíquico e o inter-relacional, media dos pelos elementos constantes da teoria psicodramática criada por Moreno e desenvolvida por seus discípulos e seguidores.
Sergio Perazzo nasceu no Rio de Janeiro em 1943. Médico formado pela Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), especializou-se em Psiquiatria no Hospital do Servidor Público Estadual de São Paulo, onde trabalhou até 1979. Concluiu sua formação em psicodrama em 1976 pela Sociedade de Psicodrama de São Paulo (Sopsp), sendo credenciado pela Federação Brasileira de Psicodrama (Febrap). É professor-supervisor didata de psicodrama pela Sopsp, além de membro da Associação Brasileira de Psicodrama e Sociodrama (ABPS). Exerce atividade clínica e de supervisão em atendimento individual e em grupo em consultório. Autor de dezenas de artigos sobre psicodrama publicados em revistas nacionais e internacionais, tem exercido inúmeras atividades didáticas (cursos, conferências, aulas, workshops etc.) e participado de congressos no Brasil e no mundo. Entre suas obras estão: Descansem em paz os nossos mortos dentro de mim (Ágora, 2019), Fragmentos de um olhar psicodramático (Ágora, 1999) e Psicodrama – O forro e o avesso, todos publicados pela Ágora.
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