Como manter a concentração durante a leitura na era das distrações
O smartphone acabou com nossa capacidade de atenção, ou será que não? Técnicas comprovadas para ler com profundidade mesmo quando o cérebro insiste em pedir estímulo a cada minuto.
(Biblioteca José Eduardo Agualusa)
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Em A rainha Ginga, José Eduardo Agualusa traz a história de Ana de Sousa, a Ginga, poderosa governante que viveu na costa ocidental da África. José Eduardo Agualusa traz neste romance a história de Ana de Sousa, a Ginga, ou N’Zinga M’Bandi, extraordinária rainha africana, que viveu na região onde hoje se situa Angola. Senhora dos reinos de Dongo e Matamba, Ginga exerceu seu poder em uma região historicamente assolada por guerras e conflitos. Era reconhecida por sua inteligência, sua coragem e pela condução hábil e estratégica das relações políticas e diplomáticas. Criou laços com os holandeses, ao mesmo tempo em que comandava seus exércitos contra outros soberanos africanos e tropas luso-brasileiras. Este romance histórico, um dos mais aclamados do autor angolano, conduz o leitor aos meandros da relação entre Angola, Brasil e Portugal, repleta tanto de identificações quanto de conflitos irremediáveis. O narrador, um padre pernambucano, não só dá luz à vida de Ginga e de outros personagens históricos, mas também destaca o papel culturalmente significativo dessa mulher tão intensa e poderosa. “A Rainha Ginga é um romance de aventuras bem escrito e sem retóricas falsamente sofisticadas onde se misturam lendas, figuras históricas e reflexões intemporais precisamente sobre o tempo.” – Público
José Eduardo Agualusa nasceu no Huambo, Angola, em 1960. Estudou Silvicultura e Agronomia em Lisboa, Portugal. Escreve crônicas para o jornal brasileiro O Globo. É membro da União dos Escritores Angolanos e já teve seus livros traduzidos para mais de 30 idiomas. Pelo selo Tusquets da Editora Planeta do Brasil, publicou O terrorista elegante e outras histórias, livro escrito a quatro mãos com o moçambicano Mia Couto, além de A sociedade dos sonhadores involuntários, O vendedor de passados, pelo qual Agualusa venceu o Independent Foreign Fiction Awards, Os vivos e os outros e As mulheres do meu pai. Em 2017, recebeu o prestigiado International Dublin Literary Award pela edição em língua inglesa de Teoria geral do esquecimento, também finalista do Man Booker International Prize, agora em nova edição no Brasil.
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