Como criar um ambiente de leitura em casa que convide (em vez de afastar)
Ambiente importa tanto quanto disciplina para criar o hábito de leitura. Pequenas mudanças no espaço físico aumentam drasticamente o tempo que você passa com livros nas mãos.
Realidade e Ficção Se Confundem na MíDia
Crie uma conta gratuita e continue exatamente desta página.
Crie uma conta gratuita e continue exatamente desta página.
“Às vezes, a única coisa verdadeira num jornal é a data”, disse Luis Fernando Verissimo. Tomar ao pé da letra essa frase bem-humorada do cronista pode não ser um bom negócio. Porém, ainda mais temerário seria aceitar a hipótese oposta, ou seja, de que tudo acontece do jeito que o jornalista nos conta. Certos recursos de escrita e de edição aumentam tanto a temperatura do texto que provocam a fusão entre a fantasia e a realidade. Esse fenômeno misterioso, com seu toque de alquimia, é o que Renato Modernell investiga em A notícia como fábula.
Nasceu em 1953 na cidade de Rio Grande, no extremo sul do Brasil. Aos 18 anos radicou-se em São Paulo, onde se formou em Jornalismo. Iniciou a carreira como colaborador da Folha de S.Paulo na Itália. Morou em Roma e em Barcelona. Trabalhou nas revistas Quatro Rodas, Globo Ciência, Época e Caminhos da Terra, dedicando-se, sobretudo, às reportagens de viagem. Tornou-se professor universitário e doutorou-se em Letras. Atualmente, dá aulas na Universidade Presbiteriana Mackenzie e na Academia Brasileira de Jornalismo Literário (ABJL) e dirige oficinas de escrita criativa. Ganhou o Jabuti e outros prêmios literários dentro e fora do país. Publicou os seguintes livros: Gird, 2012; Em trânsito, 2011; Viagem ao pavio da vela, 2001; Edifício Mênfis, 1996; Os jornalistas, 1995; O grande ladrão, 1990; Sonata da última cidade, 1988; Meninos de Netuno, 1988; O homem do carro-motor, 1984; Che Bandoneón, 1984; Meados dos anos setenta, 1979.
Outros livros de Renato Modernell
Livros na mesma categoria
Dicas e recomendações para leitores
Ambiente importa tanto quanto disciplina para criar o hábito de leitura. Pequenas mudanças no espaço físico aumentam drasticamente o tempo que você passa com livros nas mãos.
O gênero policial é o mais democrático da literatura: faz leitores de quem nunca leu e vicia quem já leu. Uma seleção dos thrillers, policiais e suspenses mais viciantes, do clássico ao contemporâneo.
Criatividade não é dom, é prática. Os melhores livros sobre o tema desmontam o mito do gênio solitário e mostram como qualquer pessoa pode desenvolver e nutrir sua capacidade criativa.
Para escolas, universidades, autores e editoras