Como criar um ambiente de leitura em casa que convide (em vez de afastar)
Ambiente importa tanto quanto disciplina para criar o hábito de leitura. Pequenas mudanças no espaço físico aumentam drasticamente o tempo que você passa com livros nas mãos.
Vencedor do PrêMio Jabuti, na Categoria Romance, em 1983
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Em A Grande Arte , Rubem Fonseca conduz o leitor por uma trama eletrizante de crime e mistério. O advogado Mandrake, sofisticado e perspicaz, mergulha no submundo carioca e no deserto boliviano ao lado de um matador profissional, especialista em facas. Juntos, tentam desvendar um assassinato brutal, enquanto pistas enigmáticas e um serial killer transformam a investigação em um jogo mortal. Um romance magistral, repleto de ironia, tensão e referências literárias, que consagrou o autor como um dos grandes nomes da literatura brasileira. Um pouco mais sobre a obra: DETETIVE AMADOR: Mandrake é um advogado criminalista que, por força das circunstâncias, acaba se envolvendo na investigação de casos de clientes ou conhecidos. FICÇÃO POLICIAL E NOIR: Rubem Fonseca é frequentemente associado ao gênero noir, com histórias que envolvem mistério, crime e investigação, atraindo leitores desse nicho. THRILLER PROCEDURAL: Como Rubem Fonseca trabalhou em uma delegacia, conhece todos os pormenores envolvidos em processos criminais. ROMANCE URBANO: Com um estilo bem enxuto, direto e brutal, Rubem nos leva a acompanhar Mandrake por bairros e estabelecimentos conhecidos (outros, nem tanto) do Rio de Janeiro.
RUBEM FONSECA nasceu em 1925 e faleceu em 2020, pouco antes de completar 95 anos, deixando uma contundente obra com trinta livros, entre os quais romances, novelas, coletâneas de contos e O romance morreu, que reúne crônicas publicadas no Portal Literal. Entre seus principais títulos estão Lúcia McCartney (1969), O caso Morel (1973), Feliz ano novo (1975), O Cobrador (1979), A grande arte (1983) e Agosto (1990). Em 2013 publicou, pela Nova Fronteira, o volume de contos Amálgama, vencedor do prêmio Jabuti de sua categoria. Ainda recebeu outras cinco vezes o Jabuti; em 2003, os prêmios Juan Rulfo e Camões; e, em 2015, o Machado de Assis, concedido pela ABL, pelo conjunto da obra. Seu último livro publicado em vida foi a antologia de contos Carne crua, de 2018.
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