Os melhores romances de amor: clássicos e contemporâneos que emocionam
Da Jane Austen ao romance brasileiro contemporâneo, o gênero que mais vende e mais une pessoas ao redor de histórias de amor. Uma seleção para quem quer sentir tudo.
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Compre o livro na pré-venda e ganhe um fanzine exclusivo, com textos e ilustrações inéditas de Mónica Ojeda. O fanzine faz parte de um ensaio poético da autora sobre escrita e vulcões e, ao ser aberto, revela, em seu verso, um belo pôster tipográfico. O NOVO ROMANCE DA AUTORA FINALISTA DO NATIONAL BOOK AWARD por Mandíbula CONSIDERADA PELA REVISTA GRANTA UMA DAS MELHORES AUTORAS HISPÂNICAS COM MENOS DE 35 ANOS “Neste romance, a linguagem arde e nada é o que parece. Seguir Mónica Ojeda nessa viagem é, sem dúvidas, uma experiência intensa.” Mariana Enriquez “Com medo e fascínio, é assim que leio Mónica Ojeda. Como se lesse um feitiço, como se mordesse carne temendo encontrar algo afiado por dentro. Tão poética, tão perturbadora e brutal.” Samanta Schweblin Ano 5540 do calendário andino. Noa decide fugir de Guayaquil, onde nasceu, com sua melhor amiga Nicole, para participar do Ruído Solar, um festival que, todos os anos, reúne, durante oito dias e sete noites, milhares de jovens — entre músicos, dançarinos, poetas e xamãs — aos pés de um dos muitos vulcões dos Andes. Ficam para trás as famílias, a violência das cidades, e se descortina uma paisagem alucinada que treme ao ritmo da música e das erupções vulcânicas sob um céu riscado por meteoritos. Para Noa, essa será a primeira parada antes de reencontrar o pai que a abandonou quando criança e que, há anos, vive nas florestas altas — um território onde também se escondem os desaparecidos, aqueles que um dia subiram ao Ruído e nunca mais voltaram para casa. Sustentado por uma lírica extraordinária, uma estética deslumbrante e muito senso de ritmo, Xamãs elétricos na festa do sol é uma viagem mística ao coração primitivo da música e da dança; uma jornada lisérgica e emocional que é, ao mesmo tempo, a busca por um pai e por um sentido de pertencimento em um mundo que só conhece a perda e o desamparo.
MÓNICA OJEDA nasceu em Guayaquil, no Equador, em 1988. Em 2017, esteve na lista Bogotá39, do Hay Festival, de melhores escritores de ficção latino-americanos com menos de 40 anos. Em 2019, recebeu o prêmio Prince Claus Next Generation, na Holanda. Em 2021, a revista Granta a indicou como uma das melhores autoras hispânicas com menos de 35 anos. Publicou livros de contos, poemas e três romances: La desfiguración Silva (Prêmio ALBA Narrativa, 2014), Nefando (Candaya, 2016) e Mandíbula (Autêntica Contemporânea, 2022).
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