Distopias literárias: os livros que previram (e alertaram sobre) o futuro
De 1984 a Jogos Vorazes, a ficção distópica é o gênero que mais acerta sobre o futuro. Uma análise de como esses livros moldaram o debate político e social.
Crie uma conta gratuita e continue exatamente desta página.
Crie uma conta gratuita e continue exatamente desta página.
Num dos seus cadernos de notas Wittgenstein escreveu: «Penso ter resumido a minha atitude relativamente à filosofia quando disse: a filosofia só deveria poder ser poesia». E uns anos mais tarde acrescentou: «A estranha semelhança entre uma investigação filosófica (talvez especialmente na matemática) e uma investigação estética». Estas afirmações não significam a fusão da filosofia com a poesia ou com a estética, mas sim tomar a poesia como matriz e método filosóficos. Uma proximidade assente em três aspectos fundamentais: a filosofia, como a poesia, implica um modo de composição, uma disciplina da observação e da atenção e uma forma de leitura. Não se trata de transformar o filósofo num poeta, mas faz o filósofo partilhar com o poeta uma relação de tensão relativamente à linguagem, ao modo como se observa o mundo, os outros e a si próprio e, depois, omodo como torna o que vê, compreende e experimenta, acessível, representável e público.
Livros na mesma categoria
Dicas e recomendações para leitores
De 1984 a Jogos Vorazes, a ficção distópica é o gênero que mais acerta sobre o futuro. Uma análise de como esses livros moldaram o debate político e social.
O gênero que mais cria leitores viciados em "mais um capítulo". Uma seleção dos thrillers e suspenses mais viciantes dos últimos anos, nacionais e internacionais.
Ciência confirma: ler regularmente melhora a memória, reduz o estresse e aumenta a empatia. Veja o que a pesquisa diz e como incorporar a leitura na sua rotina.
Para escolas, universidades, autores e editoras