Por que reler um livro é sempre uma experiência diferente
Reler um livro que você amou parece perda de tempo quando há tanto ainda para ler. Mas a releitura revela camadas que a primeira passagem não alcança, e diz algo sobre quem você se tornou.
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Wilhelm Reich e saberes insurgentes é um livro inédito e revolucionário. Temos aqui uma constelação de pesquisadores que se desdobram para articular o pensamento e a obra do psiquiatra austríaco com diferentes campos do saber, extrapolando, para isso, os contornos da psicologia e da psicanálise. Os doze capítulos do livro instauram diálogos entre a obra reichiana e a política, a sociologia, a filosofia, a biologia, a educação e uma série de outros saberes que em algum momento estiveram presentes em seus estudos. Aqui, o Reich reivindicado é aquele iconoclasta, rebelde, afeito às transformações sociais — o qual, por vezes, se aproxima do pensamento libertário. Textos de: Acácio Augusto, Cassio Brancaleone, Claudio Mello Wagner, Dante Moretti, Edson Passetti, Flávia Lucchesi, João da Mata, José Vicente Carnero, Juniele Rabêlo de Almeida, Ricardo Amaral Rego, Sílvio Gallo e Simone Aparecida Ramalho.
João da Mata é psicólogo, mestre em Filosofia pela Universidade Gama Filho (UGF), doutor em Psicologia pela Universidade Federal Fluminense (UFF) e doutor em Sociologia (Universidade de Lisboa), com pós-doutorado em História pela UFF. Trabalha com somaterapia há mais de 30 anos.
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