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Ciências Humanas

Viver, Sim. Como Escravo, Não!

1ª Edição - 2024256 páginasValer *pt
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Sinopse

Ser escravizado não existia como opção àqueles africanos e africanas que chegaram nessa condição à Amazônia por volta de 1780, para trabalho forçado em fazendas de gado, cultivo de cacau e café na região do Baixo Rio Amazonas, hoje território dos municípios de Alenquer, Curuá, Obidos e Santarém, no Oeste do Estado do Pará. Ser escravizado também não era opção de muitos afrodescendentes como Athanázio, filho de um português com uma angolana, que, em 1821, fugiu do cativeiro da fazenda do major Martinho da Fonseca, na região de Obidos, liderando mata adentro um grupo de 40 negros. Vários caminhos os levaram a conquistar e garantir suas liberdades após as águas bravas (cachoeiras e corredei-ras) dos rios Trombetas e Erepecuru, no atual município de Oriximiná, autolibertação que se iniciou cerca de 100 anos antes da princesa Isabel assinar a Lei Áurea. Até o Alto Rio Trombetas e o rio Erepecuru, alguns seguiram apressados por dentro da mata e tiveram os quilombos Cipotema e Inferno, no rio Curuá, como primeiros abrigos na reconquista da liberdade. Outros fugiram remando forte pelos furos do rio Amazonas e depois pelo rio Trombetas como em uma competição aquática pela vida. Outros, ainda, aproveitaram as praias para fugas. Mas todos os caminhos levavam à liberdade, sob a proteção da floresta e das "águas bravas" da calha do rio Trombetas.

Detalhes do livro

Título
Viver, Sim. Como Escravo, Não!
Autor
Severino Neto
Editora
Valer *
Ano
2026
Páginas
256 páginas
Idioma
PT
ISBN-13
9786555855647
Edição
1ª Edição - 2024
Formato
Brochura

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