Os melhores livros de neurociência para leigos curiosos
O cérebro é o objeto mais complexo do universo conhecido, e você tem um. Livros que explicam como ele funciona sem precisar de doutorado para entender.
Crie uma conta gratuita e continue exatamente desta página.
Crie uma conta gratuita e continue exatamente desta página.
Avaliamos o tempo todo, e esse é um ato que circunscreve os seres humanos no contexto da genericidade. No entanto, existe uma distância de dimensões extremas entre a necessidade de avaliar como uma atividade humana e a avaliação proposta nas escolas, pois, enquanto a vida se apresenta sob condições idiossincráticas, a educação escolar, principal lócus de sistematização dos conhecimentos mais elaborados que a humanidade já produziu, ainda se mostra como uma prática científica incipiente no quesito avaliação daquilo o que é ensinado, como forma de superação de uma realidade obscura, rumo à apropriação de bens culturais na formação da consciência. Essa consciência é social e incorporada por apropriação, sendo as instituições educacionais responsáveis por analisar, organizar, sintetizar e transmitir os conhecimentos científicos que possibilitarão a compreensão do mundo, pelos indivíduos, e subsidiarão a sua existência, envolvendo a complexidade desse processo em contextos sociais e culturais adversos. No entanto, esse movimento prescinde à reflexão da prática social na sua essência, ação necessária para a superação dos limites impostos pelo plano das aparências, diante das contradições condicionantes das relações entre os homens. Vigotski e a avaliação da aprendizagem escolar é uma obra que pondera sobre essas e outras questões, auxiliando professores, gestores e pesquisadores a agenciarem análises acerca de como a escola atual conduz os seus alunos e demais envolvidos para a interpretação da própria condição humana. Com bases epistemológicas calcadas na filosofia de Karl Marx, o livro promove reflexões sobre a avaliação da aprendizagem escolar em interface com a Psicologia Histórico-Cultural e com a Pedagogia Histórico-Crítica, a partir de aproximações com o método do materialismo histórico dialético, na intenção de contribuir para a formação de indivíduos capazes de avaliarem a própria conduta, promovendo sua inserção no gênero humano por meio da escola, mas, sobretudo, formando seres integrantes da coletividade e transcendendo as provas e exames descolados da realidade. Para tanto, a autora analisa as formas de pensamento na História, encerrando na análise de documentos oficiais propostos pelo sistema brasileiro de ensino, e defende a avaliação totalizante como forma de aliar a atividade escolar à realidade vivida pelos seres humanos, em unidade dialética.
Livros na mesma categoria
Dicas e recomendações para leitores
O cérebro é o objeto mais complexo do universo conhecido, e você tem um. Livros que explicam como ele funciona sem precisar de doutorado para entender.
Do manifesto clássico ao ensaio contemporâneo, o feminismo tem uma biblioteca vasta e acessível. Uma seleção para quem quer entender o movimento que transformou o mundo.
Da Jane Austen ao romance brasileiro contemporâneo, o gênero que mais vende e mais une pessoas ao redor de histórias de amor. Uma seleção para quem quer sentir tudo.
Para escolas, universidades, autores e editoras