Literatura africana contemporânea: vozes que o mundo precisa ouvir
A literatura africana vive um momento extraordinário. De Chimamanda a Mia Couto, autores do continente estão entre os mais premiados e relevantes da atualidade.
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Viagem na história da Ayahuasca relata a trajetória do autor em experiências fantásticas, vivenciadas em Estado Não Ordinário de Consciência (ENOC), induzido pelo uso do chá de Ayahuasca. A obra convida a viajar numa versão visionária por um dos mitos que conta a origem das plantas que compõem essa bebida. Sapa Inca, um rei, Waska, um mistério, Tyhuaco, um guerreiro e o narrador, que tenta expressar em palavras o que vivenciou nessa viagem. A história acontece com um povo arcaico, numa época e num canto da floresta que pertencem ao mundo interior de quem, num passado remoto a concebeu, ao tentar explicar para quem perguntou a origem da bebida que já existia. A narrativa expõe sentimentos que advêm do uso não ritualístico do chá, um desejo de unidade, de superar nossas diferenças, de coexistir em consciência e respeitando a natureza.
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