Literatura africana contemporânea: vozes que o mundo precisa ouvir
A literatura africana vive um momento extraordinário. De Chimamanda a Mia Couto, autores do continente estão entre os mais premiados e relevantes da atualidade.
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Todos os dias, Verbena e Beija-flor se encontram por alguns instantes. Eles conversam, cultivam a amizade e compartilham suas visões de mundo. Seus olhares parecem opostos, mas na verdade se complementam. Uma história sobre o movimento e a quietude, o fazer e o não fazer, a observação e a aceitação. Dos criadores de Por que choramos? e Por que temos medo? chega uma nova história sobre o movimento e a quietude, o fazer e o não fazer, a observação e a aceitação.
Fran Pintadera (1982 - Las Palmas de Grã Canária, Ilhas Canárias) Desde que o meu primeiro livro foi publicado, em 2013, escrevi muitas histórias e versos nos quais os pássaros são protagonistas. No entanto, até agora, nunca havia escrito nada sobre plantas. Para ser bem sincero, me sinto um leigo total nesse universo. Por sorte, autores não existem para contar o que já conhecem. Muito pelo contrário: são os protagonistas das histórias que pedem para ser contados, e assim passamos a conhecê-los. E a aprender com eles. O Beija-flor, com sua determinação inesgotável, é um grande professor para mim. É o motor que me leva a bicar diferentes tipos de literatura: de contos para meninos e meninas até a dramaturgia atrevida de uma obra de teatro social. Com seu bater de asas, o Beija-flor também me aproxima de cenários distantes para que eu possa narrar as minhas histórias. Ele também me instiga a ter sempre a mala pronta.
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