Poesia para quem nunca entendeu poesia: um guia sem pretensão
A maioria das pessoas acha que não entende poesia. Mas poesia não precisa ser entendida como uma equação, precisa ser sentida. Um guia honesto para quem quer dar uma chance ao gênero.
Crie uma conta gratuita e continue exatamente desta página.
Crie uma conta gratuita e continue exatamente desta página.
Por que falar da infância hoje? Em que medida o infantil interessa? Qual a relação do infantil com a narrativa, com a ficção, com a memória, o tempo e a utopia? A partir de tais questões, Utopia do infantil em Georges Perec e a infância na psicanálise propõe o infantil como um operador utópico presente na obra de Georges Perec e, assim, marca a potência do infantil ao pensarmos a linguagem e a memória em Psicanálise. Ao abordar o tema da infância a partir da literatura, principalmente com o livro W ou a memória da infância (1975), de Georges Perec, produz invenção. Georges Perec, à medida que apresenta sua narrativa num movimento de construção/desconstrução da história, um devir a partir do esquecimento, da ausência de memória, mas também de fotografias e histórias, desconstruídas pela ficção, produz abertura e diversidade, faz laço num caminho que constrói um fio do singular com o coletivo. O infantil põe em movimento passado, presente e futuro, transgride o tempo, pois coloca o sujeito num constante devir. Se um dia era, é a possibilidade do agora que poderá ser. Parece que o infantil funciona como um operador do tempo, colocando a memória da infância como um lugar impossível de retornar. Por isso necessitamos narrar. E a utopia do infantil está na ânsia por saber, põe em movimento a construção do mundo pela via do desejo, justamente porque a questão do infantil ultrapassa a infância.
Psicóloga e psicanalista, mestre em Psicanálise: Clínica e Cultura da UFRGS, especialização em atendimento Clínico ênfase psicanálise na Clínica de psicologia da UFRGS, membro da APPOA (Associação psicanalítica de Porto Alegre) e do Instituto APPOA. Atua em clínica, docência, supervisão e coordenação de grupos de estudo.
Livros na mesma categoria
Dicas e recomendações para leitores
A maioria das pessoas acha que não entende poesia. Mas poesia não precisa ser entendida como uma equação, precisa ser sentida. Um guia honesto para quem quer dar uma chance ao gênero.
Boa biografia não é cronologia de vida, é imersão numa mente. Uma seleção das biografias mais absurdamente envolventes, que você devora sem perceber que está aprendendo história.
A guerra entre o papel e a tela não tem um vencedor único, depende do leitor e do contexto. Conheça os prós e contras de cada formato e como tirar o melhor dos dois.
Para escolas, universidades, autores e editoras