Distopias literárias: os livros que previram (e alertaram sobre) o futuro
De 1984 a Jogos Vorazes, a ficção distópica é o gênero que mais acerta sobre o futuro. Uma análise de como esses livros moldaram o debate político e social.
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Richard Feynman ocupa um lugar central na física contemporânea: a mais importante das suas contribuições foi o desenvolvimento da electrodinâmica quântica (QED), para a qual inventou os famosos diagramas que têm o seu nome. Além dos vários problemas de física que ajudou a resolver, contribuiu também significativamente com palestras e livros para mostrar, com enorme clareza, como pensar em física. A paixão pelo ensino, o seu humor, a sua capacidade de falar de temas complexos contando histórias tornaram Feynman um cientista que continua a ser lembrado e estudado, muito para além da investigação fundamental em QED que lhe valeu o Prémio Nobel da Física em 1965. Este livro reúne uma colectânea de textos de Feynman, entre os quais «Que é a ciência?», «O desenvolvimento da perspectiva espácio-temporal na electrodinâmica quântica» (a conferência do prémio Nobel dada em Estocolmo) e algumas entrevistas.
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