Um livro para todos os dias, todas as idades e todos os gostos. Afinal, basta estar vivo para experimentar a mágica das manhãs, sempre a trazer um novo dia para o nosso desfrute, um dia novinho em folha pra estrear e desembrulhar.No balanço dos dias, há para todos os gostos, dos memoráveis àqueles que fazemos questão de esquecer. Há dias de esperança, de tragédia, há os dias banais e os muito especiais – para qualquer um deles, este livro deveria estar na sua cabeceira. Por ele desfilam muitos dias e momentos, capazes de nos transportar através da memória dos nossos próprios dias.Este foi o primeiro livro publicado pela editora portuguesa Planeta Tangerina.
Sobre Isabel
Nasceu em Lisboa, em 1974, o ano da revolução do 25 de Abril.
Quando era pequena queria ser jornalista, arqueóloga ou pediatra. Não foi nenhuma das três, mas gosta muito do que faz.
“Para mim, escrever é como escavar: encontramos sempre alguma coisa, às vezes minhocas, às vezes água, pedras, raízes, túneis…um sapato perdido.
Gosto de escrever porque quase sempre encontro coisas inesperadas. Gosto de ler pela mesma razão: alguém escavou, escavou, escavou e encontrou alguma coisa que veio mostrar através das palavras.”
Estudou na Faculdade de Belas Artes de Lisboa, trabalhou como criativa na área da comunicação para crianças e, mais tarde, com um grupo de amigos, fundou a editora Planeta Tangerina.
Alguns dos livros que escreveu foram distinguidos por prémios ou instituições ligados ao livro para a infância: Catálogo White Ravens, Prémio Andersen, Banco del Libro, Sociedade Portuguesa de Autores (2015), Gustav-Heinemann Friedenspreis (2017), Deutscher Jugendliteraturpreis (2017).
Muitos dos seus livros estão publicados noutros países (França, Brasil, Coreia, Reino Unido, Itália, Espanha, Holanda…).