Os melhores livros de psicologia para entender a mente humana
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Tom Jones, um enjeitado de origem desconhecida, foi criado pelo riquíssimo Sr. Allworthy numa mansão no campo. Um jovem cheio de vida e de bom coração, ele torna-se alvo fácil para a cobiça de Master Blifil, que deseja a riqueza do pai adotivo do rapaz. Quando se apaixona pela bela Sofia Western, uma moça de status social acima do seu, Tom é expulso de casa e embarca numa aventura singular pelas estradas inglesas, conhecendo as pessoas e as paisagens que compunham o panorama britânico do século XVIII. Publicado pela primeira vez em 1749, Tom Jones é considerado um dos maiores e mais ambiciosos romances cômicos da literatura inglesa. Seu narrador irônico e participativo e a brilhante caracterização da época representaram uma grande inovação que encanta os leitores até hoje. Esta edição foi traduzida e adaptada por Clarice Lispector, uma das escritoras brasileiras mais importantes do século XX.
Henry Fielding (1707-1754) nasceu na Inglaterra em uma família de nobres, descendentes dos Habsburgo. Após deixar a faculdade de Direito, começou a escrever peças de teatro que, por seu tom mordaz e satírico, foram duramente criticadas pelo governo britânico. Com a instauração de uma lei que legitimava a censura prévia de seus trabalhos, Fielding retornou à advocacia, porém jamais abandonou suas paródias políticas. Seu primeiro grande sucesso foi Shamela (1741), mas foi com o romance picaresco Tom Jones (1749) que se consagrou como um dos mais relevantes escritores ingleses. O autor faleceu em Portugal, em 1754. Clarice Lispector (1920-1977) é uma das escritoras brasileiras mais importantes do século XX. Além de ter entrado para o cânone da literatura com obras como A paixão segundo G.H. (1964) e A hora da estrela (1977), Clarice traduziu e adaptou diversos clássicos estrangeiros, como Chamado selvagem, de Jack London, O talismã, de Walter Scott, As viagens de Gulliver, de Jonathan Swift, A ilha misteriosa, de Júlio Verne, e O retrato de Dorian Gray, de Oscar Wilde.
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