Distopias literárias: os livros que previram (e alertaram sobre) o futuro
De 1984 a Jogos Vorazes, a ficção distópica é o gênero que mais acerta sobre o futuro. Uma análise de como esses livros moldaram o debate político e social.
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Existe um significativo número de temas e questões a serem esmiuçadas e discutidas na fértil teoria da geografia de Milton Santos. Conceitos clássicos do campo disciplinar mereceriam um exame analítico interpretativo específico. Filiações e influências precisam ser analisadas com maior detalhe. Sua relação com o marxismo requer uma avaliação mais profunda, assim como sua aproximação com a fenomenologia. Algumas ausências em suas fundamentações pedem esclarecimentos, também seus antagonismos demandam estudos mais bem embasados. Além disso, todo um campo de contextos e conjunturas, afeito a uma interpretação de cunho externalista, resta aberto às investigações. Esperamos que o presente livro anime estudos dessa natureza – não dedicados apenas a Milton Santos, mas também a outros pensadores da produção geográfica brasileira. Uma boa história da geografia no país ainda reclama análises centradas em autores e em teorias. Afinal, não é apenas de instituições que vive e se reproduz uma ciência.
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