Os melhores romances de amor: clássicos e contemporâneos que emocionam
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Poemas InéDitos e Dispersos
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"Charles Bukowski escreveu prolificamente durante toda a sua vida – centenas de contos, romances e, principalmente, poesia. A maioria desses poemas eram publicados em revistas marginais, de pequena circulação, e muitos permaneceram não publicados até hoje. Em Tempestade para os vivos e para os mortos, Abel Debritto, especialista e biógrafo do autor, vem preencher essa lacuna. Aqui estão reunidos os melhores desses poemas inéditos – que ficaram na gaveta – e outros que jamais foram compilados em livro. Encontramos poemas do início da carreira, nos quais é possível ver o autor em busca de sua verve, e também poemas da velhice, no auge da maturidade como escritor. Reunidos e ordenados cronologicamente, os versos compõem como que uma autobiografia acidental de Bukowski. Não faltam a abrasão, a autocomiseração e a franqueza característica, que revelam em toda sua glória a sordidez que faz parte do ser humano. Também está incluído aquele que é considerado o último poema escrito por Bukowski, “#1”, semanas antes de sua morte. Nunca o assombro diante da existência foi retratado em versos ao mesmo tempo tão cotidianos e tão geniais. Nunca um poeta conseguiu expressar de forma tão marcante e tão simples o fato irrefutável de que, por dentro, todo ser humano é um perdedor."
"Charles Bukowski Nasceu em Andernach, na Alemanha, a 16 de agosto de 1920, filho de um soldado americano e de uma jovem alemã. Aos três anos de idade, foi levado aos Estados Unidos pelos pais. Criou-se em meio à pobreza de Los Angeles, cidade onde morou por cinqüenta anos, escrevendo e embriagando-se. Publicou seu primeiro conto em 1944, aos 24 anos de idade. Só aos 35 anos é que começou a publicar poesias. Foi internado diversas vezes com crises de hemorragia e outras disfunções geradas pelo abuso do álcool e do cigarro. Durante a vida, ganhou certa notoriedade com contos publicados pelos jornais alternativos Open City e Nola Express, mas precisou buscar outros meios de sustento: trabalhou 14 anos nos Correios. Casou, se separou e teve uma filha. É considerado o último escritor “maldito” da literatura norte-americana, uma espécie de autor beat honorário, embora nunca tenha se associado com outros representantes beat, como Jack Kerouac e Allen Ginsberg. Sua literatura é de caráter extremamente autobiográfico, e nela abundam temas e personagens marginais, como prostitutas, sexo, alcoolismo, ressacas, corridas de cavalos, pessoas miseráveis e experiências escatológicas. De estilo extremamente livre e imediatista, na obra de Bukowski não transparecem demasiadas preocupações estruturais. Dotado de um senso de humor ferino, auto-irônico e cáustico, ele foi comparado a Henry Miller, Louis-Ferdinand Céline e Ernest Hemingway. Ao longo de sua vida, publicou mais de 45 livros de poesia e prosa. São seis os seus romances: Cartas na rua (1971), Factótum (1975 – L&PM POCKET, 2007), Mulheres (1978), Misto-quente (1982 – L&PM POCKET, 2006), Hollywood (1989 – L&PM POCKET, 2000) e Pulp (1994, L&PM Editores, 1995). Bukowski publicou em vida oito livros de contos e histórias: Ereções, ejaculações e exibicionismos (1972) – que no Brasil foi publicado em dois volumes, Crônica de um amor louco e Fabulário geral do delírio cotidiano (L&PM POCKET, 2006) – , South of No North: Stories of Buried Life (1973), Tales of Ordinary Madness (1983), Hot Water Music (1983), Bring Me Your Love (1983), Numa fria (1983), There’s No Business (1984) e Septuagenarian Stew (1990). Seus livros de poesias são mais de trinta, entre os quais Flower, Fist and Bestial Wail (1960), You Get So Alone at Times that It Just Makes Sense (1996), sendo que a maioria permanece inédita no Brasil. Várias antologias, além de livros de poemas, cartas e histórias foram publicados postumamente, como O capitão saiu para o almoço e os marinheiros tomaram conta do navio (L&PM Editores, 1998 / L&PM POCKET 2001), com ilustrações de Robert Crumb. Este livro é uma espécie de diário comentado dos últimos anos de vida do autor. Bukowski morreu de pneumonia, decorrente de um tratamento de leucemia, na cidade de San Pedro, Califórnia, no dia 9 de março de 1994, aos 73 anos de idade, pouco depois de terminar Pulp. Livros do autor na Coleção L&PM Pocket: O capitão saiu para o almoço e os marinheiros tomaram conta do navio Crônica de um amor louco Fabulário geral do delírio cotidiano Factótum Hollywood Misto-quente Notas de um velho safado Numa fria Pulp Ao sul de lugar nenhum O amor é um cão dos diabos Delírios cotidianos A mulher mais linda da cidade Pedaços de um caderno manchado de vinho Mulheres Cartas na Rua Miscelânea Septuagenária Queimando na água, afogando-se na chama A mulher mais linda da cidade e outras histórias Livros do autor em formato convencional: Ao sul de lugar nenhum Delíros cotidianos Sobre gatos Sobre o amor Escrever para não enlouquecer Queimando na água, afogando-se na chama As pessoas parecem flores, finalmente Miscelânea septuagenária Textos autobiográficos Bukowski: 3 em 1"
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