Como manter a concentração durante a leitura na era das distrações
O smartphone acabou com nossa capacidade de atenção, ou será que não? Técnicas comprovadas para ler com profundidade mesmo quando o cérebro insiste em pedir estímulo a cada minuto.
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Chico tentou fugir de si e seus problemas embarcando num mochilão por cidades onde nunca havia pisado, no Norte do Brasil e nos países de Guiana e Venezuela. Numa história real com elementos de ficção, ou vice-versa, os quase três meses de aventuras vividas principalmente no território caribenho em grande crise social, são desvendadas em detalhes nesse livro. Para isso, o autor utiliza do gênero literário da autoficção, recordando experiências subjetivas do percorrer de sua vida e as unindo a momentos em que o protagonista é submetido a enfrentar nas ruas do país governado por Nicolás Maduro. O momento do mochilão não poderia ter sido pior, ou melhor dependendo do ponto de vista, fim de 2018 e início de 2019, durante o processo de posse do terceiro mandato do sucessor chavista. Inclusive, um dos episódios mais marcantes do país desde a morte de Hugo Chávez aconteceu na frente de Chico, em 23 de janeiro de 2019. Nessa data Juan Guaidó se autoproclamou presidente interino da República da Venezuela, levando a região a quase uma guerra civil. Tudo isso visto de perto pelo brasileiro, que ainda passou pela segunda maior cidade do País, Maracaibo, e entendeu como os marabinos estão na decadência após a queda dos preços do petróleo. Roubo, extorsão, fome, frio, dentre outros obstáculos acompanharam Chico, que registrou tudo na sua companheira de jornada, Joni: uma caderneta em que seus pensamentos foram transcritos e compartilhados. Uma história de coragem, sobrevivência de si e dos outros, de amor e do desejo irrestrito pela vida!
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