Como manter a concentração durante a leitura na era das distrações
O smartphone acabou com nossa capacidade de atenção, ou será que não? Técnicas comprovadas para ler com profundidade mesmo quando o cérebro insiste em pedir estímulo a cada minuto.
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A violência e a instabilidade do mundo atual não foram estranhas a Hannah Arendt. Tirania, invasões, desencanto, a política da pós-verdade, teorias da conspiração, racismo, migrações em massa, a banalização do mal: na sua vida assistiu a tudo isso. Nascida na primeira década do século XX, Hannah Arendt fugiu da Europa fascista para reconstruir a vida na América, onde se tornaria uma das intelectuais públicas mais influentes - e controversas - do mundo. Escreveu sobre o poder e o terror, o exílio e o amor, e acima de tudo sobre a liberdade. Questionar - pensar - era a sua principal defesa contra a tirania. Em vez das forças das trevas e da insanidade, propunha uma política de pluralidade, espontaneidade e desobediência. Amar o mundo, ensinava Arendt, significava ter a coragem de o proteger. Escrito com paixão e autoridade, este livro faz luz sobre a vida e a obra de Arendt e mostra porque têm as suas ideias uma atualidade perturbante.
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