Por que alunos que leem mais vão melhor em todas as matérias
Não é intuição, é ciência: o hábito de leitura correlaciona com melhor desempenho em matemática, ciências e redação. Veja o que a pesquisa comprova e o que a escola pode fazer.
Crie uma conta gratuita e continue exatamente desta página.
Crie uma conta gratuita e continue exatamente desta página.
Este livro desenvolve um estudo sobre dois lmes brasileiros de reemprego realizados no início dos anos 1970: História do Brasil (Glauber Rocha e Marcos Medeiros, 1974) e Triste Trópico (Arthur Omar, 1974), com o objetivo de avaliar o alcance historiográco da escolha estética e política do reemprego de imagens já existentes como método de realização. Obras singulares na lmograa de artistas importantes, esses lmes, realizados fundamentalmente com a retomada de materiais diversos, compartilham, além de seu raro método de realização, um interesse central pela compreensão da história do Brasil. “Simetricamente opostos” em suas estratégias, como assinala Arthur Omar, exploram radicalmente a potência de recriação e reescritura (ou releitura) do que já existe para a construção de uma obra com intenções históricas. Por meio da montagem de materiais do passado, História do Brasil e Triste Trópico atualizam questões que atravessam não somente o cinema, mas o campo da criação cultural brasileira dos anos 60-70, período marcado politicamente pela vigência da ditadura militar no Brasil (1964-1985). Por uma análise estética, este estudo investiga como os lmes elaboram suas narrativas de caráter histórico e constroem, valendo-se dos próprios procedimentos da montagem, um olhar sobre a sociedade brasileira de então, o início dos anos 70. Servindo-se de que materiais e estratégias discursivas eles elaboram um pensamento sobre o Brasil e a história?
Livros na mesma categoria
Dicas e recomendações para leitores
Não é intuição, é ciência: o hábito de leitura correlaciona com melhor desempenho em matemática, ciências e redação. Veja o que a pesquisa comprova e o que a escola pode fazer.
A guerra entre o papel e a tela não tem um vencedor único, depende do leitor e do contexto. Conheça os prós e contras de cada formato e como tirar o melhor dos dois.
Boa biografia não é cronologia de vida, é imersão numa mente. Uma seleção das biografias mais absurdamente envolventes, que você devora sem perceber que está aprendendo história.
Para escolas, universidades, autores e editoras