Como a leitura pode acelerar sua carreira profissional
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Livro vencedor do Prêmio Cidade de Belo Horizonte e finalista dos prêmios Jabuti e São Paulo de Literatura. Este é um livro sobre precisar crescer, sobre apaixonar-se e saber a hora de ir embora ou de simplesmente voltar para casa — experiências que provocam terremotos íntimos, mas ainda capazes de mover placas tectônicas. Em sua estreia literária, Leonardo Piana apresenta um romance de formação fundamental para compreendermos as descobertas e violências vividas por homens gays que cresceram no Brasil entre meados da década de 1990 e o alvorecer do novo século. Aqui, acompanhamos o retorno de Eduardo a Andradas, pequena cidade mineira onde viveu uma adolescência marcada por conflitos familiares e pela paixão por Tomás. "Quantas imagens são necessárias para contar esta história?", pergunta o narrador logo na abertura deste livro de fotos extraviadas, recuperadas pela escrita em tecnicolor de Piana. Cabe ao leitor reuni-las. Como indicam os versos da poeta Adelaide Ivánova — "um sismógrafo vai em frente como faria uma pessoa/ decente e entregue" —, na epígrafe da obra temos uma pista de como o objeto (ou certo personagem) se move e avança. São, afinal, os vestígios de um tempo perdido, entre fotos e memórias, que somos convidados a perseguir ao longo deste romance. " Sismógrafo tem uma rara beleza por ser um livro fotográfico sem imagens, sensorial, como se as palavras printadas em suas páginas montassem uma galeria de objetos singelos e, ao mesmo tempo, caros para quem se apaixonou cedo demais." Matheus Lopes Quirino para o Estadão "A história de um amor cujo desenlace obscuro fica impresso na película fotográfica da memória não apenas do narrador, mas também do leitor, como uma ausência que põe a narrativa em marcha ao ritmo de um road movie afetivo, um vazio que anima esse enredo de retorno às origens de traumas e desejos." Manuel da Costa Pinto " Sismógrafo é um romance que cumpre exatamente o que a literatura, a grande, promete: uma leitura prazerosa, esteticamente, que, por meio da empatia, nos tira do nosso conforto para nos devolver mais humanos." Luiz Ruffato
Leonardo Piana nasceu em Andradas, Minas Gerais, em 1992. É escritor e servidor público. Seu romance de estreia, Sismógrafo, venceu o Prêmio Cidade de Belo Horizonte, foi finalista dos prêmios Jabuti, São Paulo de Literatura e Mix Literário e teve os direitos vendidos para o cinema. Tarde no planeta, seu segundo romance, também venceu o Prêmio Cidade de Belo Horizonte.
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