Livros essenciais sobre racismo e antirracismo para entender o Brasil
Para combater o racismo, é preciso primeiro entendê-lo. Uma seleção de obras que revelam como o racismo estrutural moldou, e continua moldando, a sociedade brasileira.
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Diante de um mundo tão cheio de injustiças, de preconceitos, de maldades, de falta de sensibilidade, a autora gostaria que todos fizessem o possível para vivermos em um mundo melhor, mais amoroso e mais justo. Menos triste. Como isso ainda não aconteceu, ela acredita que de vez em quando é bom limpar a cabeça, fazer maluquices, destrambelhar, brincar, rir muito e inventar, inventar... jeitos de ficar alegre. É essa a proposta deste livro. “Ao longo deste livro, frases que provocam com um "Se eu fosse...", muitas e sempre surpreendentes frases, certamente encantarão crianças de todas as idades e vão levá-las a viajar, vão incentivar sua imaginação e estimulá-las a experimentar uma nova relação com o mundo que as rodeia. As ilustrações e sua articulação com cada frase, e de uma página a outra ao longo do livro, provocam uma rica leitura da representação do texto em formas e cores." Magda Soares
Sonia Junqueira nasceu em Três Corações, MG, e, após algumas andanças, mora em Belo Horizonte. Formada em Letras, foi professora de Português e de Teoria da Literatura. Depois foi editora de livros didáticos e de livros infantis e juvenis, o que faz – e adora! – até hoje. Nos intervalos, escreveu livros didáticos de Português e livros para crianças, mais de 130. Ganhou alguns prêmios, ficou bem feliz, mas acha que o prêmio maior é os leitores gostarem de seus escritos. E se considera mais editora do que escritora.Cresceu em casa com quintal, gosta de bichos, de árvores, de terra, de chuva, plantas, esconderijos, mistérios, destrambelhamentos e doideiras. Tem 77 anos. Adora ler, ver filmes, papear com amigos, ouvir música e ficar à toa. Vê o mundo muito cheio de injustiças, de preconceitos, de maldades, de falta de sensibilidade, e gostaria que todos fizessem o possível para vivermos em um mundo melhor, mais amoroso e mais justo. Menos triste. Como isso ainda não aconteceu, acredita que de vez em quando é bom limpar a cabeça, fazer maluquices, destrambelhar, brincar, rir muito e inventar, inventar, inventar... jeitos de ficar alegre.Sobre este livro, ela conta: “Sempre gostei de pensar em como eu seria se não fosse eu. Se fosse outra pessoa, como me sentiria? o que gostaria de fazer? de dizer?; se fosse uma árvore, qual seria o meu pensamento?; se fosse um gato, será que eu gostaria de lamber crianças?; uma bruxa, que feitiços eu faria?... Uma vez me imaginei como uma bola de vôlei, e durante alguns dias tentei sentir o que ela “sentiria”. Os socos dos saques não eram nada agradáveis, mas os voos sobre a rede... ah, os voos! Também já fui tijolo, pneu de caminhão, águia, onça, filha adotada... É assim: embarcar no que vier na cabeça e imaginar, fantasiar, viajar. Delícia. E este livro nasceu por causa dessa mania... e, claro, da inveja (boa, viu?) que sempre senti do tomate do Ricardo Azevedo.”
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