Distopias literárias: os livros que previram (e alertaram sobre) o futuro
De 1984 a Jogos Vorazes, a ficção distópica é o gênero que mais acerta sobre o futuro. Uma análise de como esses livros moldaram o debate político e social.
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Rosa e Dinorá vivem em mundos completamente diferentes, separados por 65 milhões de anos. Rosa é amante da biologia. Desde pequena, coleciona folhas e observa animais. Sua mãe trabalha na mesma escola em que Rosa estuda e, por isso mesmo, ela tem uma bolsa muito especial, invisível, que lhe dá o direito de estudar e de frequentar mundos distintos. Dinorá é uma esperta dinossaura da espécie maiasaura. Curiosa e destemida, vive fazendo perguntas sobre muitas coisas à sua avó, experiente líder de um grupo desses animais, que circulavam pela Pangea. As duas jovens perseguem seus sonhos. Como será que essas duas vidas tão distantes e diferentes poderão se encontrar em uma mesma história?
Adriana Calabró desenvolve projetos nas áreas de literatura, teatro e audiovisual, além de realizar pesquisa autoral sobre A escrita e o processo de transformação. Foi premiada com o Selo PUC/Unesco Melhores Livros do Ano (2017) e com o Prêmio João de Barro (2016) pelo seu primeiro livro juvenil, Vida Game, publicado pela Editora Peirópolis, em 2017. Também conquistou o ProAC de criação literária (2007) e os prêmios Selo Elas Cabíria Telecine (2021) e Rio WebFest (2022, como roteirista colaboradora). Foi finalista nos prêmios Off-Flip, Paulo Leminski e em Festivais de Nanometragem, no Brasil e em Contis, na França. É autora dos livros Autobiópsia (2004), Marco Polo e a Joia de Mossul (2015), Benjamin Ross e o Bracelete de Tonåring (2018, em parceria com ZEK) e das antologias Dezamores (2003), A Medida de Todas as Coisas (2011) e Partidas (2014). Idealizou e atua como facilitadora da Oficina de Escrita Palavra Criada (desde 2005) e escreveu e produziu o espetáculo teatral Trilogia do Fim (2012). Na área de comunicação, em que atuou por 35 anos, foi premiada no Clube de Criação, no Best of Bates International e no Festival de NY.
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