Como usar a leitura para aprender (ou melhorar) um idioma
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Lefèvre foi um arquiteto paulista com atuação nas décadas de 1960, 70 e 80. Integrou, com Sérgio Ferro e Flávio Império, o grupo Arquitetura Nova, que rompeu com a chamada Escola Paulista, liderada por Vilanova Artigas, devido a divergências quanto ao papel social da arquitetura. Rodrigo Lefèvre defendia maior participação dos pedreiros nas decisões e condições mais humanas de trabalho. O livro apresenta a teoria do arquiteto e analisa suas principais obras, das residências aos prédios públicos. Miguel Antonio Buzzar, professor da USP de São Carlos, faz essa exposição dentro do contexto histórico, levando o leitor a entender a atuação possível da arquitetura no ambiente político durante o regime militar.
Miguel Antonio Buzzar é formado pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (1980), mestre (1996) e doutor (2002) em estruturas ambientais urbanas pela mesma instituição. Em 2011, obteve o título de livre-docente pela Escola de Engenharia de São Carlos/USP. Docente da USP desde 1989, ocupou vários cargos, entre eles coordenador do Curso de Arquitetura e Urbanismo e presidente da Comissão de Graduação do Instituto de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo – IAU-USP. É professor associado e diretor eleito (2016-2020) do Instituto de Arquitetura e Urbanismo/USP, sendo membro do Conselho Universitário/USP. Trabalhou nas Prefeituras de Diadema, Santo André e na COHAB de Santos entre 1989 e 1993. Leciona na graduação e pós- graduação e pesquisa temas associados à teoria e à história da arquitetura e do urbanismo, principalmente arquitetura moderna, arquitetura e urbanismo contemporâneos e políticas urbanas e habitacionais. Coordena dois grupos de pesquisa certificados pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq): “Arquitec – arquitetura, tecnologia e habitação” (com o prof. Márcio M. Fabrício) e “ArtArqBR – arte e arquitetura, Brasil: diálogos na cidade moderna e contemporânea” (com o prof. Fábio l. S. Santos). Autor de diversos trabalhos acadêmicos, com destaque para o livro João Batista Vilanova Artigas: elementos para a compreensão de um caminho da arquitetura brasileira – 1938-1967, para a coordenação das pesquisas “Difusão da Arquitetura Moderna no Brasil – o caso do Plano de Ação do Governo do Estado de São Paulo (1959-1963)”, com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e “Desenvolvimento de Procedimentos Metodológicos para Avaliação das dimensões Relativas ao Processo, Produto e Impactos do Programa Minha Casa Minha Vida e do Eixo de Urbanização de Assentamentos Precários do Programa de Aceleração do Crescimento; PAC- Urbanização”, com apoio do CNPq. Foi editor da Risco, revista de pesquisa em arquitetura e urbanismo, periódico vinculado ao Programa de Pós- Graduação do IAU-USP, de 2006 a 2013. Faz parte do Conselho Editorial dos periódicos Pós, revista do Programa de Pós-graduação da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo/USP e arq.urb, revista eletrônica do Programa de Pós- Graduação em Arquitetura e Urbanismo/ Universidade São Judas Tadeu, sendo também revisor de outros três periódicos científicos: Ambiente Construído, revista da Associação Nacional de Tecnologia do Ambiente Construído – ANTAC), Arquitecturas del Sur, revista do Departamento de Diseño y Teoría de la Arquitectura de la Universidad del Bío-Bío, e Cadernos Metrópole, revista do Observatório das Metrópoles – Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia (INCT). É também parecerista ad-hoc das agências de fomento Fapesp e CNPq e pesquisador bolsista em produtividade do CNPq – bp 2.
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