Distopias literárias: os livros que previram (e alertaram sobre) o futuro
De 1984 a Jogos Vorazes, a ficção distópica é o gênero que mais acerta sobre o futuro. Uma análise de como esses livros moldaram o debate político e social.
A nação de Geovane
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A 63a. edição traz um especial sobre literatura negra que inclui entrevistas com os escritores Geovani Martins e Teresa Cárdenas e textos sobre Maria Firmina dos Reis, homenageada da Flip 2022; a solidão das mulheres negras, assinado por Cidinha da Silva; e a identidade mestiça segundo Bernardine Evaristo; além de resenhas de livros de Oswaldo de Camargo, Quito Ribeiro, Yanick Lahens e Edimilson de Almeida Pereira. Há ainda textos sobre os cem anos de Lima Barreto, o horror da escravidão segundo Laurentino Gomes, a raiz reacionária do bolsonarismo e sua permanência na política brasileira, um manual de educação jurídica antirracista e o salto colossal na expectativa de vida humana analisado por Steven Johnson. A imagem de capa é de Marcus Sabah. A edição tem 17 livros resenhados e um listão com 80 lançamentos em 19 áreas, além de um listão especial de literatura negra com mais 24 lançamentos.
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