Como criar um ambiente de leitura em casa que convide (em vez de afastar)
Ambiente importa tanto quanto disciplina para criar o hábito de leitura. Pequenas mudanças no espaço físico aumentam drasticamente o tempo que você passa com livros nas mãos.
Crie uma conta gratuita e continue exatamente desta página.
Crie uma conta gratuita e continue exatamente desta página.
100 anos sem Kafka; 500 anos com Camões No Brasil, a obra de Franz Kafka começou a ser descoberta mais de 20 anos após a sua morte. No início da década de 1940, saiu um dos mais importantes textos de interpretação sobre ele, assinado por Otto Maria Carpeaux, publicado no Correio da Manhã (17 de abril de 1941) sob o título de “Franz Kafka e o mundo invisível”. Depois, o artigo foi inserido no livro A cinza do purgatório. No mesmo Correio da Manhã (1948), publicou-se o texto kafkiano “A porta da lei” (18 de agosto de 1948). Antes, já tinha aparecido a tradução de “Um artista do trapézio”, realizada por Aurélio Buarque de Hollanda, publicada no Diário de Notícias (31 de agosto de 1947), no Rio de Janeiro. A tardia descoberta de Kafka compensou-se com edições cada vez mais elaboradas, sobretudo graças ao trabalho de Modesto Carone. É provável que a efeméride dos 100 anos da morte do praguense sirva de pretexto para novas leituras e reedições de obras dele e sobre ele. É de Kafka o dossiê deste mês da Pernambuco. Num conjunto de pequenos ensaios, o escritor Ioram Melcer nos traz uma colaboração inédita e exclusiva, sua abordagem ao mesmo tempo didática e profunda mostra-nos novas informações e interpretações originais sobre um dos autores mais mitificados do nosso tempo. No meio milênio de nascimento do poeta português Luís Vaz de Camões, a revista revira, de certo modo, esse clássico pelo avesso, mostrando aspectos, por assim dizer, menos canônicos ou não muito conhecidos do grande público. Aspectos quase obrigatórios, como uma nova e ainda inédita biografia do poeta. Por fim, cabe levar em conta o alerta de Harold Bloom: “Os Lusíadas, o épico de Camões, poeta que é o Homero ou o Virgílio português, talvez seja o poema menos politicamente correto de todos os tempos, e o autor é, flagrantemente, culpado de todos os ‘pecados’ apontados, a princípio, pelas universidades e, agora, deplorados na mídia: orientalismo, racismo, sexismo, mercantilismo”.
Livros na mesma categoria
Dicas e recomendações para leitores
Ambiente importa tanto quanto disciplina para criar o hábito de leitura. Pequenas mudanças no espaço físico aumentam drasticamente o tempo que você passa com livros nas mãos.
Não é intuição, é ciência: o hábito de leitura correlaciona com melhor desempenho em matemática, ciências e redação. Veja o que a pesquisa comprova e o que a escola pode fazer.
E-readers revolucionaram a leitura digital, mas as opções são muitas. Kindle ou Kobo? Básico ou premium? Com ou sem luz? Um guia para acertar na escolha.
Para escolas, universidades, autores e editoras