Pular para o conteúdo
Ciências Humanas

Revista Continente - Nº 217

O Brasil na Canção

1ª Edição-2019Cepe *pt
Seja o primeiro a avaliar
Sua leitura no Lireo

Guarde este livro na sua estante

Crie uma conta gratuita e continue exatamente desta página.

Registre seu progresso de leitura
Descubra outros leitores do mesmo livro
Participe de clubes de leitura
Organize toda sua biblioteca

Sinopse

Em 2019, completam-se os 130 anos da República e os 120 anos de Ó, Abre-alas, que inaugura a canção popular brasileira. Composta pela pianista, maestrina, abolicionista e feminista Chiquinha Gonzaga, em 1899, tornou-se o primeiro grande sucesso musical do século XX. Ao ganhar a boca do povo a partir de 1901, foi a pioneira no reinado das marchinhas, que animavam os carnavais ao mesmo tempo em que repassavam os acontecimentos políticos e sociais do ano anterior, como uma espécie de teatro de revista bailado nas ruas. Presente na marchinha e em outros gêneros musicais, essa veia cronista nas letras é uma das características marcantes da canção brasileira, que assume um inesperado papel de documento cultural e histórico do país. Por exemplo, como não lembrar de Apesar de você, ao se falar de ditadura militar, ou de O bêbado e a equilibrista, ao se discutir a anistia, assinada em 28 de agosto de 1979, no crepúsculo do regime autoritário? Ou ainda de Coração de estudante, que, de tema instrumental de Wagner Tiso para o filme Jango, de Silvio Tendler (1984), virou o hino de Tancredo Neves, em 1985, com letra de Milton Nascimento. A temática da juventude foi inspirada pelo estudante Edson Luís de Lima Souto, de 17 anos, assassinado com um tiro no peito pela polícia em 1968. Com o surgimento da indústria fonográfica, em 1902, quase junto ao nascimento da República, a canção brasileira passou a ser gravada e a registrar as transformações do país perante os acontecimentos políticos, econômicos e sociais. Nesta edição, que inicia 2019, celebramos a canção popular brasileira, resgatando um histórico de imbricações entre fatos e músicas, desde a composição de Ó, abre-alas até os dias atuais. Lembramos as composições que abordaram fatos revelantes da República Velha, dos governos de Getúlio Vargas, de Juscelino Kubitschek, as questões atreladas às minorias, negros, índios, mulheres, LGBTs.

Detalhes do livro

Título
Revista Continente - Nº 217
Editora
Cepe *
Ano
2026
Idioma
PT
Edição
1ª Edição-2019
Formato
Brochura

Ciências Humanas

Livros na mesma categoria

Blog Lireo

Dicas e recomendações para leitores

Soluções institucionais

Para escolas, universidades, autores e editoras