Poesia para quem nunca entendeu poesia: um guia sem pretensão
A maioria das pessoas acha que não entende poesia. Mas poesia não precisa ser entendida como uma equação, precisa ser sentida. Um guia honesto para quem quer dar uma chance ao gênero.
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Como pensar a religião, hoje? Como fazê-lo em relação ao político (ou seja, a dimensão de instituição da ordem social) e à política (ou seja, as expressões institucionalizadas de ordenamento social ou de expressão do dissenso sobre isso)? Estas não são perguntas sobre a possibilidade, mas sobre o modo. Que há religião, que há política, que encontramos ambas nos lugares mais insuspeitos, disso não há dúvida. Mas como? Com que cara? Com que nomes? Por que meios? Onde? Quem são seus sujeitos? E o são separados de um lado e de outro? Não parece, antes, que o como nos confronta com a zona cinzenta, o chão estremecendo, os cenários se modificando, sem pedir licença? Responder a essas perguntas é o desafio e a virtude deste livro. Num momento em que, de novo, os espectros nos rondam - alarmando uns, indignando outras - de uma con(fusão) entre religião e política, Panotto nos propõe começar com um é atrás e ouvidos e olhos bem abertos.
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