Poesia para quem nunca entendeu poesia: um guia sem pretensão
A maioria das pessoas acha que não entende poesia. Mas poesia não precisa ser entendida como uma equação, precisa ser sentida. Um guia honesto para quem quer dar uma chance ao gênero.
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Esta obra realiza uma análise da regulação da inteligência artificial (IA) no Brasil, fundamentando-se em dois pressupostos. O primeiro é o paradigma jurídico-político-econômico-administrativo que delimita o papel do Estado na regulação da IA no contexto da Modernidade. O segundo são teorias jurídicas regulatórias responsivas que definem o estado da arte da regulação da IA. Com base nesses pressupostos, são verificados os indicadores de responsividade regulatória democrático-participativa em cinco instrumentos que se referem à regulação da IA no Brasil. São eles: a) a Recomendação do Conselho de Inteligência Artificial da OCDE; b) o Projeto de Lei 21/2020-CD; c) a Resolução 332/2020-CNJ; d) a Portaria do Gabinete Ministerial 4.617/2021-MCTI; e) o Projeto de Lei 2338/2023-SF. Durante o trabalho, foram desenvolvidos os Indicadores Paradigmáticos Sistêmicos de Responsividade Regulatória (IPSRR), divididos em dois grupos: os Indicadores Paradigmáticos Sistêmicos (IPS), que se relacionam com o paradigma jurídico-político-econômico-administrativo, e os Indicadores Teóricos Responsivos (ITR), que estão vinculados às bases das teorias jurídicas regulatórias. Os resultados obtidos destacam a necessidade de uma discussão profunda sobre a estratégia atual de regulação do uso de IA no Brasil.
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