Os 10 melhores livros de autoajuda que valem a pena ler
Com tantos livros de autoajuda no mercado, difícil saber por onde começar. Selecionamos os 10 mais recomendados por leitores e que realmente entregam o que prometem.
Ser Professor(a) na Era do Capitalismo Digital, Plataformização e Reformas
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A organização teórica do presente livro é preciosa. Reúne artigos de autores comprometidos com o caráter político e intelectual da docência e críticos em relação às expropriações da plataformização e às contrarreformas neoliberais. Amanda elaborou uma organização de fato coletiva, coesionada por critérios e eixos temáticos, conformando um livro de alta relevância científica (Roberto Leher - ex-reitor da UFRJ). Este quarto livro da Amanda mantém o rigor conceitual e a densidade teórica das obras anteriores – "Tempo e Docência", "Formas e tendências de precarização do trabalho docente" e "Trabalho docente sob a lógica privatista empresarial" –, sem renunciar às lutas concretas contra as trincheiras empresariais na educação. Como essa luta é coletiva, neste livro ela reúne um grupo de pesquisadores(as) que revelam as várias dimensões das “Reconfigurações do trabalho docente pós-2020” na educação brasileira (Vânia Motta – docente da UFRJ). Esta coletânea explicita porque a apropriação privada da tecnologia torna o descarte de trabalhadores, a super exploração dos empregados e as degradantes formas de trabalho por conta própria como o mais grave problema a ser enfrentado no século XXI. O anúncio que o Alfha School nos Estados Unidos substitui os professores por Inteligência Artificial mostra que organização política dos docentes para resistir é urgente e imprescindível (Gaudêncio Frigotto – docente do PPFH-Uerj).
A organização teórica do presente livro é preciosa. Reúne artigos de autores comprometidos com o caráter político e intelectual da docência e críticos em relação às expropriações da plataformização e às contrarreformas neoliberais. Amanda elaborou uma organização de fato coletiva, coesionada por critérios e eixos temáticos, conformando um livro de alta relevância científica (Roberto Leher - ex-reitor da UFRJ). Este quarto livro da Amanda mantém o rigor conceitual e a densidade teórica das obras anteriores – "Tempo e Docência", "Formas e tendências de precarização do trabalho docente" e "Trabalho docente sob a lógica privatista empresarial" –, sem renunciar às lutas concretas contra as trincheiras empresariais na educação. Como essa luta é coletiva, neste livro ela reúne um grupo de pesquisadores(as) que revelam as várias dimensões das “Reconfigurações do trabalho docente pós-2020” na educação brasileira (Vânia Motta – docente da UFRJ). Esta coletânea explicita porque a apropriação privada da tecnologia torna o descarte de trabalhadores, a super exploração dos empregados e as degradantes formas de trabalho por conta própria como o mais grave problema a ser enfrentado no século XXI. O anúncio que o Alfha School nos Estados Unidos substitui os professores por Inteligência Artificial mostra que organização política dos docentes para resistir é urgente e imprescindível (Gaudêncio Frigotto – docente do PPFH-Uerj).
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