Por que alunos que leem mais vão melhor em todas as matérias
Não é intuição, é ciência: o hábito de leitura correlaciona com melhor desempenho em matemática, ciências e redação. Veja o que a pesquisa comprova e o que a escola pode fazer.
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A doença mental e o sintoma, objetos da psiquiatria, não têm existência por si mesmos. Dependem de uma construção que resulta das decisões de certos agentes sociais que, num contexto social e histórico específicos, identificam que determinadas manifestações comportamentais constituem um sintoma ou uma perturbação. Assim se compreende que estes objetos, sendo fruto de uma conjetura social e do pensamento filosófico integrados numa época específica, devam ser investigados também através das ciências sociais e humanas (história, sociologia, filosofia).Neste livro os autores exploram o contributo de alguns dos psiquiatras mais relevantes das principais escolas psiquiátricas (alemã, francesa, inglesa, espanhola, portuguesa e brasileira), fazendo assim uma aproximação às raízes históricas dos sintomas e das perturbações mentais, fundamental para compreender os critérios psicopatológicos atuais, refletir sobre a sua adequação aos tempos modernos e contribuir para a sua eventual revisão.Elaborada por vários autores já consagrados e ligados às Faculdades de Medicina das Universidades de Lisboa e do Porto, ao King's College (Londres) e à Universidade do Estado do Rio de Janeiro, esta obra destina-se a todos os médicos psiquiatras e de outras especialidades, psicólogos, enfermeiros, estudantes destas áreas e outros interessados nos temas abordados."Este livro é um tributo ao passado e aos homens que fizeram da psiquiatria uma matéria médica e científica. Esperamos que este tributo seja apreciado e valorizado como merece ser."Julio Vallejo Ruiloba, In Prefácio.
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