Como manter a concentração durante a leitura na era das distrações
O smartphone acabou com nossa capacidade de atenção, ou será que não? Técnicas comprovadas para ler com profundidade mesmo quando o cérebro insiste em pedir estímulo a cada minuto.
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Rainhas da África e heroínas da diáspora negra apresenta vinte e cinco retratos de mulheres influentes, resistentes à escravidão e colonização, guerreiras, vítimas ou mães de heróis, a maioria das quais são desconhecidas do público em geral. Entre elas, as rainhas Zingha, de Angola, Pokou, da Costa do Marfim ou Ranavalona III, de Madagascar; Madame Tinubu, uma comerciante e política nigeriana do século 19, Solitude, em Guadalupe e Harriet Tubman, nos Estados Unidos; Yaa Asantewaa, em Gana ou Sarraounia Mangou, no Níger; a profetisa Kimpa Vita, do Congo; as amazonas do Daomé ou a sul-africana Saartjee Baartman, apelidada de Vênus, vítima do racismo europeu. É o único livro até agora dedicado às mulheres africanas como agentes históricas. Uma contribuição baseada em fontes escritas e orais que exigiu dez anos de pesquisa, e que nos leva de Norte a Sul do continente, a descobrir páginas pouco conhecidas da história africana. É com um verdadeiro talento como contadora de histórias que Sylvia Serbin compartilha a vida desses temperamentos excepcionais, cuja leitura desperta admiração, tristeza, horror e respeito. Aclamado como uma obra de referência por muitos leitores de língua francesa e espanhola, finalmente traduzido para o português e publicado no Brasil pela Editora Malê, este livro também revela facetas inexploradas de certas sociedades da África pré-colonial, muitas vezes apresentadas como inertes e congeladas, quando tinham uma vitalidade inegável.
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