Os 10 melhores livros de autoajuda que valem a pena ler
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A depender de quem liga a câmera, uma pessoa pode ser considerada “indesejada”, “exótica” ou “diferente”. Neste livro, aprofunda-se a relação entre as imagens e sua influência social na representação positiva ou negativa de grupos marginalizados, a partir da análise de filmes, documentários, cartões-postais e fotografias. Além disso, por colaborarem com a preservação e a valorização da memória familiar e ancestral, os autores analisam como o cinema e a fotografia têm uma ligação significativa com o empoderamento de pessoas negras.
ROBERTO BORGES é doutor em Letras pela Universidade Federal Fluminense (UFF), diretor de relações internacionais da Associação Internacional de Investigadores/as Afro-Latino-Americanos/as e Caribenhos/as (Ainalc) e membro do grupo de trabalho Afrodescendência e Propostas Contra-Hegemônicas, do Conselho Latino-Americano de Ciências Sociais (Clacso). É organizador do livro Mídia e racismo (2012) e autor de “Sou feia, mas to na moda” – funk, discurso e discriminação (análise discursiva de um documentário) (2007).
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