Distopias literárias: os livros que previram (e alertaram sobre) o futuro
De 1984 a Jogos Vorazes, a ficção distópica é o gênero que mais acerta sobre o futuro. Uma análise de como esses livros moldaram o debate político e social.
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O livro Quilombo de Brejão dos Aipins: escolarização, organização e o empoderamento de mulheres afrodescendentes no campo faz inferências na área das abordagens sobre educação, gênero, comunidade Quilombola e afrodescendência no Brasil. De modo mais especifico, reescreve a história da comunidade Quilombola de Brejão dos Aipins e destaca os desafios, os impasses e as conquistas que marcaram a trajetórias de vida escolar de mulheres dessa comunidade. A obra busca explicar como elas, na categoria de mulheres, negras, rurais e Quilombolas experimentam e interpretam essa trajetória, e quais as implicações disso em suas formas de organização comunitárias e na superação das suas dificuldades socioculturais, baseadas nas questões étnica, racial, de localidade e de gênero. A ótica do autor volta-se para uma análise sociológica dos aspectos escolares e os mecanismos políticos utilizados pelas participantes para também alcançarem os espaços de poder.
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