Distopias literárias: os livros que previram (e alertaram sobre) o futuro
De 1984 a Jogos Vorazes, a ficção distópica é o gênero que mais acerta sobre o futuro. Uma análise de como esses livros moldaram o debate político e social.
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Louis Lavelle escreveu os ensaios que compõem este livro nos últimos anos de sua vida, e sua publicação ocorreu no ano mesmo de seu falecimento. É o único livro em que o grande metafísico se debruçou sobre o tema da santidade, fazendo uma longa meditação sobre este chamado feito por Deus a cada um de nós — o de “sermos santos, como Ele é santo” —, não da maneira superficial como geralmente o compreendemos, como se fora um mandamento exterior a nós, mas, ao contrário, como uma exigência inscrita no próprio núcleo do nosso ser. E mostra-nos, em seguida, com a densa claridade que caracteriza seus textos, as faces de São Francisco de Assis, Santa Teresa d’Ávila, São João da Cruz e São Francisco de Sales. Dizia ele que “é missão da filosofia dar ao homem o sentimento de sua existência e de sua autonomia, e elevar seu pensamento e sua alma para o absoluto, princípio de toda inteligibilidade e de todo mistério”. Nestas páginas, o filósofo nos convida à realização de nossa verdadeira essência individual, ou seja, de nossa própria santidade.
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