Como manter a concentração durante a leitura na era das distrações
O smartphone acabou com nossa capacidade de atenção, ou será que não? Técnicas comprovadas para ler com profundidade mesmo quando o cérebro insiste em pedir estímulo a cada minuto.
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Por que será que ainda conseguimos transformar um sentimento tão puro em algo que simplesmente nos causa dor e sofrimento? E o que é pior, impomos esses mesmos sentimentos sobre aqueles irmãos que se tornaram vítimas desse sentimento opressor e descontrolado em suas vidas? Sempre que o ser humano, estando encarnado ou até mesmo desencarnado, escolhe se perder em um mundo de conquistas e desejos, acaba ferindo e aprisionando, nesses momentos, seu irmão, sem sequer se preocupar se, diante desse sentimento possessivo, o irmão está sendo ferido, perdendo, assim, a capacidade de escolha sobre a própria vida. Jesus, quando veio a caminhar sobre este plano carnal, sempre tentou nos falar de um sentimento libertador, que nos libertaria de nós mesmos. Aqueles irmãos que compartilhassem esse sentimento estariam livres e completamente felizes. Mas o ser humano ainda se posiciona incapaz de conhecer e vivenciar esse sentimento, escolhendo caminhar carregando verdadeiras algemas energéticas, que o prendem cada vez mais em um mundo sombrio e totalmente desequilibrado, tornando aquele irmão que cruzou o seu caminho um ser perdido, assim como ele próprio. Ao caminharmos pelo mundo espiritual, sempre nos depararemos com milhares de campos de refugiados, locais onde a dor, o desespero e a solidão se tornaram seus senhores. São irmãos que caminham totalmente abandonados e perdidos, carregando sobre si o peso de um sentimento chamado amor, que simplesmente deveria libertá-los, trazendo paz e luz à sua vida. Porém, aqueles irmãos que tinham a obrigação de auxiliá-los em sua nova jornada simplesmente se tornam seus acusadores, obrigando-os, através da doação de energia, a viver eternamente em um suplício de dor e cobranças. Neste nosso novo trabalho, Quando o Amor Aprisiona, poderemos observar e aprender o quanto o amor possessivo e até mesmo doentio transforma e até destrói a vida de um ser, que, sem conseguir quebrar essas algemas, torna-se vítima de um amor autoritário e sem controle algum. A necessidade de aprendermos a respeitar a liberdade de escolha do irmão, que foi por algum tempo nosso companheiro de caminhada, é fundamental. Precisamos aprender para, assim, seguir em frente. Pois ninguém é dono de ninguém, e o amor nunca será um termo de posse sobre a vida de um irmão, mas sim um sentimento que tem a obrigação de libertar e simplesmente auxiliar.
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