Distopias literárias: os livros que previram (e alertaram sobre) o futuro
De 1984 a Jogos Vorazes, a ficção distópica é o gênero que mais acerta sobre o futuro. Uma análise de como esses livros moldaram o debate político e social.
Mina de Hq 10 Anos
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Este livro é, ao mesmo tempo, manifesto e celebração. Reúne dez anos de conquistas, memórias e afetos da Mina de HQ, projeto que transformou o modo de ler, pensar e produzir histórias em quadrinhos no Brasil. A publicação costura diferentes vozes, narrativas e territórios em torno da diversidade e da representatividade na cena – um mosaico de experiências que afirma a pluralidade como força criativa e política, e celebra mulheres cis e pessoas trans no campo das HQs. O livro traz, ainda, uma antologia de quadrinhos (alguns inéditos no impresso) e um pôster exclusivo com a ilustração da quadrinista Helô D’Angelo para a capa, uma homenagem a autoras e suas personagens, fundamentais na história dos quadrinhos brasileiros. Mais do que registro, é um convite para percorrer trilhas de leitura, revisitar memórias coletivas, conhecer artistas das cinco regiões do país e vislumbrar futuros possíveis – para nossa sociedade e para o mundo dos quadrinhos.
Gabriela Borges é jornalista e mestre em Antropologia, de São Paulo (SP). Uma das mães da Lila. Atuou em meios de comunicação e em empresas como Trip Editora, SBT, Embaixada de Angola na Argentina, Agência Pulso e MESA. Em 2015, fundou a Mina de HQ, plataforma multimídia referência no Brasil em divulgação de histórias em quadrinhos, incentivo à leitura e debates sobre gênero, diversidade e representatividade. Foi finalista dos prêmios Jabuti (2022) e Global Arts Prize (2025), e vencedora dos troféus HQMIX (2023) e Angelo Agostini (2021). É editora e coorganizadora da antologia Quadrinhos queer (Skript, 2020), que reúne obras de artistas LGBTQIAPN+ do Brasil.
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