Distopias literárias: os livros que previram (e alertaram sobre) o futuro
De 1984 a Jogos Vorazes, a ficção distópica é o gênero que mais acerta sobre o futuro. Uma análise de como esses livros moldaram o debate político e social.
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Moscovici demonstra mediante uma série de proposições que as minorias não são dicotômicas ou seletivas e poderosas, ou impotentes e conformistas; mas que há um terceiro tipo: o das minorias ativas que induzem mudanças na maioria. A Teoria Genética que propõe neste livro insiste na produção de conflitos, mais que no controle social e na conformidade, partindo da premissa básica de que todo o indivíduo em um grupo e todo grupo em uma sociedade é, ao mesmo tempo, fonte potencial e receptor potencial de influência, à margem da quantidade de poder que o sistema social lhe atribua.
Serge Moscovici, nascido na Romênia, é diretor de estudos na École des Hautes Études em Sciences, Paris. Também lecionou por muitos anos na News School for Social Research, Nova York. Entre suas principais obras em português estão: Representações sociais – Investigações em psicologia social (2000); A psicanálise: sua imagem, seu público; A psicologia das minorias ativas.
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