Poesia para quem nunca entendeu poesia: um guia sem pretensão
A maioria das pessoas acha que não entende poesia. Mas poesia não precisa ser entendida como uma equação, precisa ser sentida. Um guia honesto para quem quer dar uma chance ao gênero.
As Matrizes Digitais da ExistêNcia
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A relação coletiva com instrumentos tecnológicos modificou e modifica como concebemos e manejamos nossas realidades. Esse livro aborda as transformações e as influências trazidas pelo fenômeno definidor de nosso tempo (e dos vindouros): a relação humana com a Internet. Com mais de 30 anos de idade, essa tecnologia da informação e comunicação (TIC) se tornou relevante – e protagonista – para a construção e compreensão da humanidade e suas culturas, o que se intensificou em decorrência da pandemia de COVID-19. A inserção (e centralidade) da Internet em diversas dimensões da vida humana também provocou uma onda de inquietações: o que vivemos na Internet é real ou mera simulação virtual? Estamos adoecidos psicologicamente, socialmente e fisicamente em razão dessa vivência? Estamos produzindo consumidores, dependentes tecnológicos ou cidadãos digitais? Grandes corporações e estados devem mandar na Internet? Como lidar com a violência, desinformação, pós-verdade e fake news? Estamos preparados para conviver em escala global? Este livro pode ser considerado um diário da jornada que percorri ao explorar tais questionamentos. Tive como produto um conjunto de interpretações e reflexões sobre a situação psicológica de uma humanidade mediada pelas TICs e suas consequências à construção de indivíduos e culturas no início do século XXI. Evitando estragar surpresas, afirmo que neste livro há uma sequência de viragens de raciocínio que revolucionarão suas perspectivas sobre a inserção, manutenção e futuro da Internet em nossas vidas. A Internet não nos apresenta uma natureza outra, mas sim constitui o pináculo da necessidade humana de criar e expressar seus sensos de realidade. É necessário que incorporemos essas matrizes digitais da existência em nossas vidas. Somente assim conseguiremos tratar de maneira franca e humanizada as problemáticas que insistentemente sobem em nossas telas, mesmo com a pressa de nossos dedos, o desviar de nosso olhar e a vontade de que aquilo não exis
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