Como criar um ambiente de leitura em casa que convide (em vez de afastar)
Ambiente importa tanto quanto disciplina para criar o hábito de leitura. Pequenas mudanças no espaço físico aumentam drasticamente o tempo que você passa com livros nas mãos.
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Que professoras e que professores estão presentes nas obras de literatura infanto-juvenil lidas por nossos alunos e alunas? Com que peculiaridades se desenham, nesses livros, as imagens de alfabetizadoras, de diretoras e diretores, de professores de Ciências, de Português e de Educação Física? Como se delineiam as professoras negras, as professoras e os professores sedutores? Como se atribui um jeito de falar (ou gritar) a essas professoras de papel? Este livro pretende trazer respostas a tais perguntas, amparando-se na análise de cem obras de literatura infanto-juvenil disponíveis no mercado brasileiro desde 1970. Tendo como eixo teórico os estudos culturais e os estudos sobre docência, as autoras dos oito estudos nele compreendidos se dedicaram a rastrear os traços dessas personagens — principais ou secundárias, louvadas ou ridicularizadas, heroínas ou vilãs, professorais ou populares — para traçar um painel das representações de docentes neste artefato cultural. Os professores e professoras brasileiras, nessas duas últimas décadas, têm sido convocados para incentivar o encontro de seus alunos com a literatura infanto-juvenil. Nada mais relevante, portanto, que eles e elas tenham a oportunidade de verem com que imagens estão sendo transformados/as em personagens desses livros.
Dicas e recomendações para leitores
Ambiente importa tanto quanto disciplina para criar o hábito de leitura. Pequenas mudanças no espaço físico aumentam drasticamente o tempo que você passa com livros nas mãos.
O aluno que lê por obrigação raramente vira leitor. Mas há formas de apresentar a leitura escolar que mudam essa equação. Veja o que a pesquisa diz e como professores estão fazendo diferente.
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Para escolas, universidades, autores e editoras