Distopias literárias: os livros que previram (e alertaram sobre) o futuro
De 1984 a Jogos Vorazes, a ficção distópica é o gênero que mais acerta sobre o futuro. Uma análise de como esses livros moldaram o debate político e social.
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As reflexões de uma mulher na faixa dos trinta anos a respeito das surpresas e desafios da vida cotidiana: essa é a premissa do livro de crônicas “Pra que varanda se a vista é feia?”, escrito por Sandra Acosta. As crônicas deste livro foram escritas ao longo dos últimos anos a partir de certos movimentos pessoais da autora, como a mudança de Curitiba para São Paulo, a reconexão com a ancestralidade, suas viagens, a transição de carreira, a temporada na França e a volta ao Brasil por conta da pandemia da COVID-19. Sua escrita vem de uma tentativa de olhar o cotidiano de forma mais atenta e extrair seu lado mais poético. As vivências, apesar de particulares, falam de amor, coragem, medo, frustração, recomeço, vergonha, alegria; sentimentos esses extremamente humanos e que nos unem como iguais.
SANDRA ACOSTA nasceu em Santos/SP, em 1983, e vive atualmente em Curitiba/PR. É cronista, roteirista, escritora de literatura infantil, colagista e criadora de conteúdo sobre Literatura e Escrita Criativa. Graduou-se em Economia (UNICAMP) e é Mestra em Economia (UFPR). Trabalhou por doze anos no Mercado Financeiro, até decidir abraçar de vez a escrita após um período sabático de estudos na Europa. Publicou um livro infantil ("O Diário da Samirah", autopublicação). Neste momento, está escrevendo a segunda obra infantil e um projeto de roteiro de série de TV. Divulga seus trabalhos autorais em sua conta Instagram (@sandramtca)."Pra que varanda se a vista é feia?" é o seu primeiro livro de crônicas.
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