Distopias literárias: os livros que previram (e alertaram sobre) o futuro
De 1984 a Jogos Vorazes, a ficção distópica é o gênero que mais acerta sobre o futuro. Uma análise de como esses livros moldaram o debate político e social.
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Os poderes psíquicos do homem sempre desabrocharam em todas as latitudes do globo, desde os primórdios da humanidade. Nos povos antigos, sobretudo os mais ligados à vida natural, o livre curso dessas faculdades foi e é intrínseco à existência. Ernesto Bozzano, pesquisador infatigável, considerado o maior conhecedor dos fenômenos metapsíquicos do Ocidente nos primórdios do espiritismo, fez um levantamento fascinante sobre todo o repertório de produções supranormais – hoje mediúnicas – das fontes mais diversas e confiáveis. Trata-se de uma descrição e análise acurada de casos extraordinários de telepatia, clarividência do presente, passado e futuro, levitação, transporte de objetos, materializações, voz direta, aparição de vivos e “mortos”, em diversas culturas, não deixando de incluir registros inusitados de magia negra e licantropia. Este último configura um fenômeno de extrema raridade nos registros ocidentais, em se tratando de experiências no mundo físico: seres humanos utilizando corpos de animais. Povos Primitivos, obra digna da maestria do famoso pesquisador, representa um precioso documento para os estudiosos da fenomenologia psíquica, ao mesmo tempo que fascinante relato para o leitor que se compraz em explorar os territórios mágicos dos poderes psíquicos do ser humano.
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